ANASTASIA
Enquanto fazíamos um tour rápido para conhecer a nossa nova casa, Christian me contava como tinha conseguido negociar com o corretor para achar uma mansão grande, arejada e com muito espaço ao ar livre nos fundos, em um preço bem acessível.
— Essa casa foi quase uma pechincha, amor.
“Christian e suas manias de pobre” pensei, rolando os olhos, já sorrindo.
— Querido, rico não fala pechincha. Nós falamos “Essa casa nos rendeu lucros que não esperávamos” ou “Fizemos um bom negócio comprando essa casa num valor abaixo da média esperada” – falei e ri quando Christian fez uma careta.
— Eu posso até ser rico agora, mas continuo o mesmo Christian suburbano que você conheceu tempos atrás, com um singelo salário de professor, então não vou mudar meu jeito de falar por causa de alguns zeros na minha conta bancária.
Dei de ombros e ele sorriu, já me puxando para ir ver o andar de cima. A mansão continha dez suítes e eu fiquei me perguntando o que diabos iríamos fazer com os outros seis quartos. Ou será que Christian estaria pensando em ter mais filhos, além dos trigêmeos.
“Se ele acha que eu vou ser uma vaca parideira, Christian está muito enganado. Serão só os trigêmeos e aí depois, a fábrica aqui vai declarar falência e fechar de vez”
— Essa mansão tem tantos quartos, que eu acho que vamos ter que decorar um para cada um dos trigêmeos. O problema vai ser quando os três inventarem de chorar ao mesmo tempo – comentei, pensativa, quando entramos num dos quartos sem mobília.
— Amor... – Christian começou a falar, já me abraçando por trás, me fazendo sentir seu pau pressionado contra minha bunda – ...acho melhor quebrarmos aquela parede e unir duas suítes, transformando só em uma para poder caber os três berços enquanto os bebês estiverem pequenos. Assim que eles crescerem, cada um vai para um quarto separado e esse aqui a gente transforma em uma sala de brinquedos.
— É, pode ser, amor. Mas agora me leva para o nosso quarto, porque eu quero brincar... – anunciei, safadamente, me virando de frente para ele – ...brincar com outra coisa, se possível.
— Com o que a minha safadinha quer brincar, hein?
Sorri cínica e desci minha mão até o short dele, massageando seu pau bem forte e vendo Christian jogar a cabeça para trás enquanto gemia, mas não por muito tempo. De um jeito bem selvagem, ele enfiou uma das mãos no meu cabelo, apertando-o forte, já me puxando para um beijo. Segundos depois, Christian me pegou no colo e nos conduziu para a única suíte mobiliada da casa, o nosso quarto.
Mal ele me colocou no chão, já me segurou pela cintura, rodeando-a com o braço e saiu me empurrando até me recostar na primeira coisa que estava próxima a nós, à medida que nossas bocas se saboreavam em um beijo ardente. Tirando minha blusa e descendo sua boca para o meu pescoço, senti Christian abaixar um pouco minha calça e enfiando sua mão entre minhas pernas, dedilhando minha boceta com gosto, fazendo-me gemer bem alto.
— Me fode, amor, por favor! – supliquei em meio aos nossos lábios quando ele voltou a me beijar e o safado só riu de mim, com uma cara cínica.
— Ainda não, minha buchudinha tarada. Primeiro eu quero saborear essa sua bocetinha gostosa.
Sorri e voltamos a nos beijar à medida que íamos nos despindo, rumo a nossa cama.
— Já experimentou orgasmo triplo, amor? – Christian perguntou, já se ajoelhando ao pé da cama enquanto eu apoiava os pés na beirada, ficando toda abertinha para ele.
“Triplo?”
“Christian andou se drogando e eu não sabia?”
— Isso é impossível, querido – ressaltei e ele riu me olhando de um jeito bem safado.
— Nada é impossível, minha gostosa. Vou te dar três orgasmos. Um seguido do outro. Os melhores da sua vida – Christian disse, piscando para mim, e abocanhou minha boceta com gosto.
Estava tão entregue aquela língua, pincelando meu clitóris, que nem notei quando ele meteu seus dedos em mim, só quando senti meu orgasmo clitoriano chegar e minha bocetinha se contraiu, apertando os dedos dele, que massageava sutilmente meu ponto G.
Explodi no primeiro orgasmo, jogando minha cabeça por trás e respirando ofegante. Entretanto, Christian não me deixou recuperar do gozo sofrido a poucos segundos e já sentou ao meu lado, brincando com um dos meus seios, intensificou sua massagem com os dedos dentro da minha boceta.
— Christian... – choraminguei quando fui novamente atingida por um orgasmo descomunal, fazendo-me amolecer toda e não ter resistência quando ele se posicionou sobre mim, passando a chupar forte meus seios.
“Porra! Ele quer me matar de tanto gozar” pensei, então enfiei minha mão em seu cabelo e apertei bem forte à medida que sua boca sugava meu mamilo.
— Para, amor! Por favor! – gritei, implorando em meio a um choro desesperado.
Todavia, Christian não parou de sugar, morder e chupar meus seios, fazendo então, segundos depois, eu sentir o terceiro orgasmo explodir violentamente dentro de mim. Acabei perdendo o resto de força que tinha e quase desmaiei.
— Ah, já cansou, amor? – ouvi o desgraçado dizer em tom de provocação enquanto me puxava um pouco mais para cima da cama, para junto de seu corpo, abraçando-me – Vou esperar você se recuperar para nós continuarmos com a nossa comemoração, meu amor.
Não respondi, apenas fechei os olhos e adormeci, pois estava muito cansada até para falar.
Sentia uma sensação gostosa e de preenchimento à medida que eu ia despertando, logo notei gemidos atrás de mim e meu quadril se mover sutilmente para frente e para trás, então deduzi o que se passava.
— Eita que você está muito safado, hein amor? – zombei sorrindo e olhei para trás, virando-me um pouco, já recebendo um beijo dele, que tinha parado de se mexer – Não espera nem eu acordar para me foder.
— Desculpa, minha gostosa, mas você acabou dormindo e eu tava com muito tesão, então não aguentei esperar.
— Relaxa, querido – falei, já me ajeitando novamente de lado e mexendo meu quadril enquanto contraia minha boceta ao redor do pau dele – Continua a meter na sua buchudinha gostosa, vai! Me preencha com seu gozo!
Christian logo segurou firme meu quadril e começou a socar bem forte, me fazendo ir a loucura em questão de segundos. Sua boca não parava quieta, beijava, mordia e chupava minha nuca, meu pescoço e ombro, à medida que sua mão passeava pelo meu corpo.
Em um movimento, Christian se deitou, puxando-me para cima dele.
— Cavalga pra mim, gostosa – ele rosnou no meu ouvido e assenti, mordendo o meu lábio.
Com ajuda de Christian, me ajeitei sentada, de costas para ele, e passei a cavalgar, movendo meu quadril num ritmo lento e excitante, deixando Christian doido.
Não demorou muito para que trocássemos de posição, pois segundo ele, o mesmo estava perto de gozar, mas queria que eu o acompanhasse. Então, sem tirar o seu pau da minha bocetinha, me virei com cuidado e fiquei de frente para Christian, que se sentou, já tomando meus lábios para si. Safadamente, ele foi descendo sua boca quente em direção dos meus seios, brincando com eles.
A cada lambida, chupada e mordidinha que Christian dava, eu ia sentindo meu prazer aumentando ainda mais, então comecei a rebolar em seu colo.
— Amor! – exclamei num gemido forte, apertando minhas mãos em seu cabelo quando o mesmo mordeu um dos meus mamilos.
Neste exato momento, Christian desceu suas mãos para o meu quadril e o puxou de encontro a si, gemendo contra meu pescoço, indo mais fundo enquanto eu o sentia pulsar dentro de mim, gozando junto comigo. Deitamos exaustos e fomos dormir, completamente saciados.
Enquanto fazíamos um tour rápido para conhecer a nossa nova casa, Christian me contava como tinha conseguido negociar com o corretor para achar uma mansão grande, arejada e com muito espaço ao ar livre nos fundos, em um preço bem acessível.
— Essa casa foi quase uma pechincha, amor.
“Christian e suas manias de pobre” pensei, rolando os olhos, já sorrindo.
— Querido, rico não fala pechincha. Nós falamos “Essa casa nos rendeu lucros que não esperávamos” ou “Fizemos um bom negócio comprando essa casa num valor abaixo da média esperada” – falei e ri quando Christian fez uma careta.
— Eu posso até ser rico agora, mas continuo o mesmo Christian suburbano que você conheceu tempos atrás, com um singelo salário de professor, então não vou mudar meu jeito de falar por causa de alguns zeros na minha conta bancária.
Dei de ombros e ele sorriu, já me puxando para ir ver o andar de cima. A mansão continha dez suítes e eu fiquei me perguntando o que diabos iríamos fazer com os outros seis quartos. Ou será que Christian estaria pensando em ter mais filhos, além dos trigêmeos.
“Se ele acha que eu vou ser uma vaca parideira, Christian está muito enganado. Serão só os trigêmeos e aí depois, a fábrica aqui vai declarar falência e fechar de vez”
— Essa mansão tem tantos quartos, que eu acho que vamos ter que decorar um para cada um dos trigêmeos. O problema vai ser quando os três inventarem de chorar ao mesmo tempo – comentei, pensativa, quando entramos num dos quartos sem mobília.
— Amor... – Christian começou a falar, já me abraçando por trás, me fazendo sentir seu pau pressionado contra minha bunda – ...acho melhor quebrarmos aquela parede e unir duas suítes, transformando só em uma para poder caber os três berços enquanto os bebês estiverem pequenos. Assim que eles crescerem, cada um vai para um quarto separado e esse aqui a gente transforma em uma sala de brinquedos.
— É, pode ser, amor. Mas agora me leva para o nosso quarto, porque eu quero brincar... – anunciei, safadamente, me virando de frente para ele – ...brincar com outra coisa, se possível.
— Com o que a minha safadinha quer brincar, hein?
Sorri cínica e desci minha mão até o short dele, massageando seu pau bem forte e vendo Christian jogar a cabeça para trás enquanto gemia, mas não por muito tempo. De um jeito bem selvagem, ele enfiou uma das mãos no meu cabelo, apertando-o forte, já me puxando para um beijo. Segundos depois, Christian me pegou no colo e nos conduziu para a única suíte mobiliada da casa, o nosso quarto.
Mal ele me colocou no chão, já me segurou pela cintura, rodeando-a com o braço e saiu me empurrando até me recostar na primeira coisa que estava próxima a nós, à medida que nossas bocas se saboreavam em um beijo ardente. Tirando minha blusa e descendo sua boca para o meu pescoço, senti Christian abaixar um pouco minha calça e enfiando sua mão entre minhas pernas, dedilhando minha boceta com gosto, fazendo-me gemer bem alto.
— Me fode, amor, por favor! – supliquei em meio aos nossos lábios quando ele voltou a me beijar e o safado só riu de mim, com uma cara cínica.
— Ainda não, minha buchudinha tarada. Primeiro eu quero saborear essa sua bocetinha gostosa.
Sorri e voltamos a nos beijar à medida que íamos nos despindo, rumo a nossa cama.
— Já experimentou orgasmo triplo, amor? – Christian perguntou, já se ajoelhando ao pé da cama enquanto eu apoiava os pés na beirada, ficando toda abertinha para ele.
“Triplo?”
“Christian andou se drogando e eu não sabia?”
— Isso é impossível, querido – ressaltei e ele riu me olhando de um jeito bem safado.
— Nada é impossível, minha gostosa. Vou te dar três orgasmos. Um seguido do outro. Os melhores da sua vida – Christian disse, piscando para mim, e abocanhou minha boceta com gosto.
Explodi no primeiro orgasmo, jogando minha cabeça por trás e respirando ofegante. Entretanto, Christian não me deixou recuperar do gozo sofrido a poucos segundos e já sentou ao meu lado, brincando com um dos meus seios, intensificou sua massagem com os dedos dentro da minha boceta.
— Christian... – choraminguei quando fui novamente atingida por um orgasmo descomunal, fazendo-me amolecer toda e não ter resistência quando ele se posicionou sobre mim, passando a chupar forte meus seios.
“Porra! Ele quer me matar de tanto gozar” pensei, então enfiei minha mão em seu cabelo e apertei bem forte à medida que sua boca sugava meu mamilo.
— Para, amor! Por favor! – gritei, implorando em meio a um choro desesperado.
Todavia, Christian não parou de sugar, morder e chupar meus seios, fazendo então, segundos depois, eu sentir o terceiro orgasmo explodir violentamente dentro de mim. Acabei perdendo o resto de força que tinha e quase desmaiei.
— Ah, já cansou, amor? – ouvi o desgraçado dizer em tom de provocação enquanto me puxava um pouco mais para cima da cama, para junto de seu corpo, abraçando-me – Vou esperar você se recuperar para nós continuarmos com a nossa comemoração, meu amor.
Não respondi, apenas fechei os olhos e adormeci, pois estava muito cansada até para falar.
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Sentia uma sensação gostosa e de preenchimento à medida que eu ia despertando, logo notei gemidos atrás de mim e meu quadril se mover sutilmente para frente e para trás, então deduzi o que se passava.
— Eita que você está muito safado, hein amor? – zombei sorrindo e olhei para trás, virando-me um pouco, já recebendo um beijo dele, que tinha parado de se mexer – Não espera nem eu acordar para me foder.
— Desculpa, minha gostosa, mas você acabou dormindo e eu tava com muito tesão, então não aguentei esperar.
— Relaxa, querido – falei, já me ajeitando novamente de lado e mexendo meu quadril enquanto contraia minha boceta ao redor do pau dele – Continua a meter na sua buchudinha gostosa, vai! Me preencha com seu gozo!
Christian logo segurou firme meu quadril e começou a socar bem forte, me fazendo ir a loucura em questão de segundos. Sua boca não parava quieta, beijava, mordia e chupava minha nuca, meu pescoço e ombro, à medida que sua mão passeava pelo meu corpo.
Com ajuda de Christian, me ajeitei sentada, de costas para ele, e passei a cavalgar, movendo meu quadril num ritmo lento e excitante, deixando Christian doido.
— Amor! – exclamei num gemido forte, apertando minhas mãos em seu cabelo quando o mesmo mordeu um dos meus mamilos.
Neste exato momento, Christian desceu suas mãos para o meu quadril e o puxou de encontro a si, gemendo contra meu pescoço, indo mais fundo enquanto eu o sentia pulsar dentro de mim, gozando junto comigo. Deitamos exaustos e fomos dormir, completamente saciados.

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