ANASTASIA
— Quero ver se ele vai chorar em todos os ultrassons – comentei, sorrindo.
— Ah, claro. Eu vou ser o único a chorar, não é?
— Você vai chorar mais do que eu, até aposto.
— Ana está louca para serem meninas, porque diz que é para eu pagar as camisinhas furadas, mas no fundo, ela quer menina só para fazer de boneca.
— Eu não. Você que vai paparicar muito elas. Vão ser as suas princesinhas. Na verdade, eu quero que sejam meninos, porque senão vou acabar sentindo muito ciúme.
— Vai sentir ciúmes delas com os namorados?
— Não.
— Ah, entendi! – ele exclamou, me abraçando pelos ombros – Você é a minha rainha, amor. Não precisará ter ciúmes de nossas princesas comigo.
— Tudo bem, querido.
— Já que o casalzinho se acertou de novo, será que podemos fazer as apostas?
— Que apostas? – inquiri, olhando para Ivy.
— Sobre o sexo dos bebês – ela respondeu, sorrindo, e eu rolei os olhos, já vendo alguns se levantarem para pegar suas carteiras.
Logo todo mundo, com exceção de mim, jogaram 50 dólares no centro da mesa enquanto Ivy ia anotando tudo. As apostas ficaram num total de 750 dólares. Mia, Ivy, Martina e Carrick apostaram que seriam 02 meninas e 01 menino. Já Elliot, Ethan, Etienne, Jack e Christian estavam crentes que serão todos meninos. Enquanto Eloise, Grace e Owen apostaram em 01 menina e 02 meninos. Maya, Kate e Ella preferiram ficar com a opção “Todas meninas”.
— E qual é a sua aposta, Ana?
— Eu não vou apostar em nada, Ivy. Só estou observando esse circo todo de vocês – comentei, de braços cruzados.
— Vai, amor. Eu pago a sua aposta – Christian falou, já colocando uma nota de 50 dólares no monte.
— Não vou participar disso.
— Ah, Ana, qual é? Entra logo na brincadeira! – Jack exclamou, já começando a bater na mesa, falando o meu nome, sendo seguido por todos os outros.
— Ok, ok. Eu aposto que eles nascerão saudáveis.
— Já sabemos disso, amor. Agora fala o sexo?
— Não.
— Aninha é muito chata. Não sabe nem brincar – minha irmã comentou e eu respirei fundo, já me levantando da cadeira.
— Tudo bem. Mas eu vou fazer a aposta do meu jeito.
Saí e fui buscar a minha carteira, voltando rapidamente para à mesa.
— Amor, é só 50 dólares e eu já paguei a sua aposta – ouvi Christian falar à medida que eu ajeitava as notas da minha carteira à minha frente.
— Cale a boca, querido. Me meteram no meio desse circo, então deixa eu fazer o meu show – resmunguei, terminando de separar as notas de 100, as empurrando para o monte – Eu aposto 1.000 dólares em cada uma das opções.
— Caralho! Ela sabe brincar sim, vocês que são chatos. Me adota, Ana!
— Você é muito velho, Elliot.
— Velho? Eu sou é um bebê.
— Já está usando fraldas geriátricas, cunhadinho? – indaguei, fazendo todos caírem na gargalhada.
— Prontinho. Agora é só esperar os bebês nascerem para vermos quem foram os ganhadores. A Ana já é um deles – Ivy disse sorrindo, guardando as notas e o papel das apostas em um envelope, lacrando o mesmo.
— Que esperta, hein? – Jack indagou, rindo.
— Claro. Você sabe que se eu jogo algo, é para sair ganhando.
— Essa é a minha garota. Bate aqui, amor – Christian pediu e eu bati na mão dele, fazendo um high five.
— Eu não vou conseguir esperar até as minhas sobrinhas nascerem. Vou ligar todo dia para a Ana para saber se ela já fez a ultrassom que dá para ver sexo dos bebês, só para confirmar logo que são todas meninas – Ella comentou, sorrindo para mim e eu rolei os olhos.
— Se ficar me perturbando, eu te bloqueio do WhatsApp, do Instagram e do Facebook...
— Mas não da sua vida, maninha – ela cantarolou, fazendo todos rirem.
— Dona Grace, a senhora pode guardar o envelope?
— Claro, Ivy.
Depois disso fomos todos nos deitar para descansar.
Acordamos bem cedo no Domingo, a fim de podermos arrumar as malas e deixar tudo pronto para irmos embora no final da tarde. Ficamos na praia, pela manhã, e Christian venceu um jogo de futebol de areia contra o time da Ivy.
Já perto da hora do almoço, tanto a namorada quanto os pais da Ivy apareceram e tivemos a oportunidade conversar bastante com eles. No final da tarde, teve briga para ver quem iria voltar na van com as crianças, e é óbvio que eu já tirei o meu da reta, fazendo Christian voltar sozinho naquela van barulhenta.
— Quero ver se ele vai chorar em todos os ultrassons – comentei, sorrindo.
— Ah, claro. Eu vou ser o único a chorar, não é?
— Você vai chorar mais do que eu, até aposto.
— Ana está louca para serem meninas, porque diz que é para eu pagar as camisinhas furadas, mas no fundo, ela quer menina só para fazer de boneca.
— Eu não. Você que vai paparicar muito elas. Vão ser as suas princesinhas. Na verdade, eu quero que sejam meninos, porque senão vou acabar sentindo muito ciúme.
— Vai sentir ciúmes delas com os namorados?
— Não.
— Ah, entendi! – ele exclamou, me abraçando pelos ombros – Você é a minha rainha, amor. Não precisará ter ciúmes de nossas princesas comigo.
— Tudo bem, querido.
— Já que o casalzinho se acertou de novo, será que podemos fazer as apostas?
— Que apostas? – inquiri, olhando para Ivy.
— Sobre o sexo dos bebês – ela respondeu, sorrindo, e eu rolei os olhos, já vendo alguns se levantarem para pegar suas carteiras.
Logo todo mundo, com exceção de mim, jogaram 50 dólares no centro da mesa enquanto Ivy ia anotando tudo. As apostas ficaram num total de 750 dólares. Mia, Ivy, Martina e Carrick apostaram que seriam 02 meninas e 01 menino. Já Elliot, Ethan, Etienne, Jack e Christian estavam crentes que serão todos meninos. Enquanto Eloise, Grace e Owen apostaram em 01 menina e 02 meninos. Maya, Kate e Ella preferiram ficar com a opção “Todas meninas”.
— E qual é a sua aposta, Ana?
— Eu não vou apostar em nada, Ivy. Só estou observando esse circo todo de vocês – comentei, de braços cruzados.
— Vai, amor. Eu pago a sua aposta – Christian falou, já colocando uma nota de 50 dólares no monte.
— Não vou participar disso.
— Ah, Ana, qual é? Entra logo na brincadeira! – Jack exclamou, já começando a bater na mesa, falando o meu nome, sendo seguido por todos os outros.
— Ok, ok. Eu aposto que eles nascerão saudáveis.
— Já sabemos disso, amor. Agora fala o sexo?
— Não.
— Aninha é muito chata. Não sabe nem brincar – minha irmã comentou e eu respirei fundo, já me levantando da cadeira.
— Tudo bem. Mas eu vou fazer a aposta do meu jeito.
Saí e fui buscar a minha carteira, voltando rapidamente para à mesa.
— Amor, é só 50 dólares e eu já paguei a sua aposta – ouvi Christian falar à medida que eu ajeitava as notas da minha carteira à minha frente.
— Cale a boca, querido. Me meteram no meio desse circo, então deixa eu fazer o meu show – resmunguei, terminando de separar as notas de 100, as empurrando para o monte – Eu aposto 1.000 dólares em cada uma das opções.
— Caralho! Ela sabe brincar sim, vocês que são chatos. Me adota, Ana!
— Você é muito velho, Elliot.
— Velho? Eu sou é um bebê.
— Já está usando fraldas geriátricas, cunhadinho? – indaguei, fazendo todos caírem na gargalhada.
— Prontinho. Agora é só esperar os bebês nascerem para vermos quem foram os ganhadores. A Ana já é um deles – Ivy disse sorrindo, guardando as notas e o papel das apostas em um envelope, lacrando o mesmo.
— Que esperta, hein? – Jack indagou, rindo.
— Claro. Você sabe que se eu jogo algo, é para sair ganhando.
— Essa é a minha garota. Bate aqui, amor – Christian pediu e eu bati na mão dele, fazendo um high five.
— Eu não vou conseguir esperar até as minhas sobrinhas nascerem. Vou ligar todo dia para a Ana para saber se ela já fez a ultrassom que dá para ver sexo dos bebês, só para confirmar logo que são todas meninas – Ella comentou, sorrindo para mim e eu rolei os olhos.
— Se ficar me perturbando, eu te bloqueio do WhatsApp, do Instagram e do Facebook...
— Mas não da sua vida, maninha – ela cantarolou, fazendo todos rirem.
— Dona Grace, a senhora pode guardar o envelope?
— Claro, Ivy.
Depois disso fomos todos nos deitar para descansar.
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Acordamos bem cedo no Domingo, a fim de podermos arrumar as malas e deixar tudo pronto para irmos embora no final da tarde. Ficamos na praia, pela manhã, e Christian venceu um jogo de futebol de areia contra o time da Ivy.
Já perto da hora do almoço, tanto a namorada quanto os pais da Ivy apareceram e tivemos a oportunidade conversar bastante com eles. No final da tarde, teve briga para ver quem iria voltar na van com as crianças, e é óbvio que eu já tirei o meu da reta, fazendo Christian voltar sozinho naquela van barulhenta.

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