quarta-feira, 15 de julho de 2020

S.E.X - 2ª Temporada - Capítulo 21


CHRISTIAN

Mesmo tendo dormido por volta das três e meia da manhã, eu e Anastasia acordamos bem cedo, então por volta das oito, descemos para tomar café da manhã. Eu estava usando apenas o meu calção de banho, já Ana se encontrava apenas com o seu biquíni sexy.
Eu havia insistido para ela colocar um vestido ou pelo menos uma saída de praia por cima, mas Anastasia logo começou a ficar emburrada, então desisti para não ter briga entre a gente. Assim que chegamos à cozinha, encontramos todos já tomando café e foi logo tendo zoação, pois o biquíni que a Ella se encontrava usando era idêntico ao da Ana, com exceção de alguns detalhes, mas de costas, uma era o reflexo da outra.
Depois que terminamos de tomar o café da manhã, nos dividimos. Ana preferiu ficar com a irmã dela, com meus pais e com a Kate tomando sol na varanda da casa, à beira da piscina, enquanto o resto de nós nos dirigimos para a praia.

Ivy logo me desafiou para um jogo de futebol na areia e é claro que eu aceitei, então montamos os nossos times. O meu era composto por mim, Elliot, Etienne, Jack e Owen, no gol. Já o time da Ivy era composto por ela, Maya, Eloise, Mia e Ethan, no gol.

— Não vamos perder para um time de garotas...

— Ei? Eu não sou mulher, Christian! – Ethan reclamou, lá do gol.

— Desculpa aí, cara! – gritei, sorrindo, olhando novamente para Ivy – Não vou perder pra você – informei e ela riu, exageradamente.

— É claro que não vai perder, vai ser só massacrado por nós, gato – ela disse, já se virando indo se reunir com o time dela.

O jogo foi bem competitivo, mas nos divertimos muito também. Todavia, acabamos perdendo de 10 x 9 para o time da Ivy, que logo me disse que se eu quisesse uma revanche era só pedir. Óbvio que eu concordei na hora, mas deixaria a revanche para mais tarde, pois eu estava muito cansado naquele momento. Então, para relaxar um pouco e matar a sede, me dirigir até a casa a fim de comer algo e me refrescar um pouco.

Assim que entrei na varanda, a mesma se encontrava vazia, com exceção de Anastasia que eu vi deitada de bruços sobre uma das espreguiçadeiras, usando um chapéu na cabeça para se proteger do sol. Então me aproximei de mansinho e desci um tapa forte na bunda dela, falando um “Que bunda gostosa!”.

— Aí, caralho!

Arregalei os olhos, me aprumando rapidamente, quando eu vi ela se virar e notei que tinha batido na Ella ao invés da Ana.

— Christian! – ouvi alguém gritar, fazendo-me sentir um leve arrepio na espinha.

“Fudeu!” pensei, antes de me virar e ver uma Anastasia furiosa vindo na minha direção.

— Amor, eu não vi que era a sua irmã. Eu pensei que era você.

— Mata ele, Ana, ou senão eu mato – ouvi Ella dizer atrás de mim.

— Você não conseguiu reconhecer que não era a minha bunda, Christian? – ela gritou batendo nos meus peitos, empurrando-me, me deixando mais nervoso ainda.

— Amor, a bunda de vocês duas são iguais. Como eu iria reconhecer? Vocês estão com biquínis quase idênticos. A culpa não é minha, droga!

Anastasia me empurrou de novo, xingando-me, e acabei tropeçando, caindo dentro da piscina. Tentei voltar a tona à procura de ar, mas era impossível ficar muito tempo na superfície e eu sempre voltava a afundar.

— Meu Deus, Ana! Christian não sabe nadar! – escutei alguém gritar à medida que eu me debatia.

— Ele aprende.

A voz furiosa dela foi a última coisa que eu ouvi antes de afundar de novo, sentindo-me vencido pela água. Entretanto, logo fui puxado para a superfície de novo.

— Calma, filho. Eu já te puxei – identifiquei a voz do meu pai e abri os olhos, tossindo, enquanto ele me levava para a parte rasa da piscina.

Minha mãe me ajudou a sair da piscina e eu fiquei ali na beirada, meio deitado de bruços, tossindo muito, sentindo meus pulmões doerem a cada puxada de ar.

— Coitado, agora que o Christian se traumatiza de vez com piscinas – ouvi Kate falar.

Assim que ergui a cabeça, avistei Ana sentada em uma das espreguiçadeiras, ao lado da irmã dela, então a encarei furioso, já me levantando, com ajuda da minha mãe.

— Estou bem... mãe... – falei, ainda ofegante, e me dirigi para dentro da casa a fim de ir para o quarto e descansar um pouco.

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