ANASTASIA
— Até que é uma gracinha – comentei andando pelo pequeno lugar enquanto Christian ajeitava uma manta velha sobre o acolchoado colorido de letra no chão.
— Meu pai e meu falecido avô construíram essa casa para mim e para os meus irmãos. A gente azucrinava muito a paciência dos adultos brincando e correndo dentro de casa. Senta aqui – Christian me chamou e eu tirei o meu scarpin, sentando-me ali ao lado dele que continuou a conversar – Meus irmãos mandaram reformá-la e agora essa casa é dos meus sobrinhos e, futuramente, dos nossos filhos também – ele disse acariciando minha barriga.
— Que tio malvado. Querendo profanar a casinha dos sobrinhos – debochei, inclinando-me um pouco e roubando um selinho dele.
Christian sorriu erguendo o braço, segurando meu queixo, acariciando-o antes de me puxar para um beijo, fazendo-me deitar sobre a manta.
— Eu não ligo de ir para o inferno por isso – ele sussurrou já descendo sua mão, enfiando-a dentro do decote do meu vestido.
Gemi baixo à medida que Christian massageava o bico do meu seio, apertando-o, fazendo-me arfar para em seguida sorri, o encarando.
— Que bom saber que você não liga em ir para o inferno. Então acho melhor eu falar logo o item número trinta e um da nossa listinha pervertida, já que parece que voltamos a cumpri-la – falei ficando de lado para que Christian abrisse o meu cinto e o tirasse, e o mesmo assim o fez, mas notei que ele parecia não lembrar sobre o tal trato que envolvia a lista – Amor, lembra de uma lista que eu lhe mostrei que era para você me comer naqueles lugares e seu prazo era só de um mês para realizar aquilo tudo?
— Sim, eu lembro disso, Ana.
— Pois então, só havia trinta lugares na lista. Eu ocultei o trinta e um porque não sabia se você era religioso ou não.
— O que você está querendo aprontar, hein minha gostosa? – Christian perguntou segundos antes de começar a beijar meu colo.
— Nada, amor. O último item, na verdade, nem vai envolver sexo e sim voyeurismo, de mim me masturbando num confessionário de uma igreja com você assistindo a tudo apenas através da janelinha do outro lado.
Christian tirou sua atenção do meu seio e ergueu o rosto, me encarando sério.
— Você não quer que eu vire padre, quer? – ele perguntou incrédulo.
— Não, quer dizer, só por quinze minutos – declarei, mordendo o lábio enquanto me apoiava pelos os cotovelos – Um, dos meus milhares de fetiches, é transar com um padre, mas isso eu sei que é impossível então eu ficaria satisfeita em apenas me masturbar para um padre falso. Quer dizer, eu já cheguei perto de realizar essa fantasia quando fiquei com um formando em Teologia que participava de um seminário na igreja para se tornar padre em uma das minhas viagens para a Itália, mas acho que isso não conta como realização de fetiche, conta?
— É sério isso? – ele indagou se afastando de mim, sentando-se.
— Sério sobre o quê?
— Sobre tudo, Ana.
Rolei os olhos quando vi a cara fechada dele.
— Isso com o cara aconteceu bem antes de eu te conhecer naquele banheiro no Brasil. E sobre o item trinta e um da lista? É sério sim. Mas como é você que vai ter que providenciar as coisas então fica a seu critério fazer ou não – falei e me levantei pegando minha bolsa de mão, o cinto e os scarpins – Se viemos até aqui só para você ficar com raiva então é melhor eu voltar para a festa da sua irmã – informei e me virei, mas Christian se levantou num pulo já me abraçando por trás.
— Não estou com raiva de você, meu amor. Depois a gente ver isso, ok? – ele sussurrou afastando o tecido do vestido, beijando meu ombro fazendo-me morder o lábio e fechar os olhos em desejo.
Christian enfiou os dedos sob o tecido e puxou o vestido para baixo desnudando-me o colo e como estava sem o cinto, o vestido simplesmente desceu pela minha pele, caindo delicadamente no chão, deixando-me nua, pois tinha preferido não usar lingerie porque marcaria o vestido branco.
Deixei cair as coisas que segurava quando ele começou a explorar meu corpo com suas mãos, passando as mesmas pelo meu ventre, busto, nádegas e ombros, então logo notei que Christian já se encontrava duro atrás de mim.
— Pega leve comigo, por favor. Eu ainda estou toda roxa e dolorida de ontem – informei num gemido contido quando ele mordeu de leve a curva do meu pescoço.
— Não se preocupe. Prometo ser bem carinhoso.
Rolei os olhos e me virei, enlaçando-o pelo pescoço.
— Da última vez que você disse isso, segundos depois enfiou sem dó e nem piedade seu pau no meu cu. Então eu não caio mais nessa de “Prometo ser bem carinhoso”.
Christian riu e afagou minha bochecha, gentilmente.
— Fiz aquilo para você não sentir muita dor.
— Nossa, que gentileza da sua parte, querido – debochei.
Ele então me beijou e sem separar nossos lábios, Christian se abaixou um pouco abraçando forte minha cintura para em seguida me levantar do chão e se virar, dando alguns passos, colocando-me em pé sobre a manta novamente.
— Se você for, vai ganhar uma massagem tântrica – murmurei à medida que o ajudava a se despir.
— E como é essa massagem?
— Seja carinhoso e saberá mais tarde – falei sorrindo e me deitando na manta.
Fechei os olhos saboreando o toque quente da mão dele na minha boceta à medida que sua boca sugava meu seio. Logo Christian me fez ficar meio de lado, deitando-se atrás de mim e lentamente, ele começou a se enfiar em meu interior enquanto subia sua mão pela lateral do meu corpo indo até a extremidade do meu braço, entrelaçando nossas mãos e beijando minha nuca.
Seus movimentos não eram vorazes e sim lentos, mas na medida para me fazer entrar em combustão sexual depois de alguns minutos.
— Me fode mais forte, por favor – gemi quando senti meu orgasmo vir, mas ele parou de meter e eu resmunguei frustrada.
— Vamos gozar juntos, minha querida – Christian informou e segurou minha cintura puxando-me para cima dele – Cavalga no meu pau vai, gostosa.
Sorri e me ajeitei melhor começando a alternar entre rebolar e a subir e descer sobre ele. Christian se sentou tempo depois, apoiando-se nas mãos, mas logo passou a me acariciando um com delas à medida que eu cavalgava em seu colo e contraia minha boceta ao redor do pau dele, mastigando-o fazendo ele gemer contra meu ombro.
— Assim você vai fazer eu gozar rápido – Christian rosnou mordendo minha orelha.
— Então goza, amor. Estou chegando quase lá também.
Ele então guiou sua mão para entre minhas pernas encontrando o ponto acima onde estávamos conectados e o massageou, fazendo círculos. Tampei minha boca para não gritar quando tive o orgasmo duplo sendo seguida por Christian que mordeu minha costa e apertou meu seio à medida que se liberava dentro de mim.
— Espero que ninguém tenha ouvido a gente – ouvi ele comentar sorrindo, fazendo-me sorrir também enquanto me recostava a ele, ofegante e grogue do orgasmo – Eu te amo, Ana.
Christian afastou meu cabelo para o lado e o olhei por cima do ombro, beijando-lhe meio desajeitadamente.
— Também te amo, Christian.
— Até que é uma gracinha – comentei andando pelo pequeno lugar enquanto Christian ajeitava uma manta velha sobre o acolchoado colorido de letra no chão.
— Meu pai e meu falecido avô construíram essa casa para mim e para os meus irmãos. A gente azucrinava muito a paciência dos adultos brincando e correndo dentro de casa. Senta aqui – Christian me chamou e eu tirei o meu scarpin, sentando-me ali ao lado dele que continuou a conversar – Meus irmãos mandaram reformá-la e agora essa casa é dos meus sobrinhos e, futuramente, dos nossos filhos também – ele disse acariciando minha barriga.
— Que tio malvado. Querendo profanar a casinha dos sobrinhos – debochei, inclinando-me um pouco e roubando um selinho dele.
Christian sorriu erguendo o braço, segurando meu queixo, acariciando-o antes de me puxar para um beijo, fazendo-me deitar sobre a manta.
— Eu não ligo de ir para o inferno por isso – ele sussurrou já descendo sua mão, enfiando-a dentro do decote do meu vestido.
Gemi baixo à medida que Christian massageava o bico do meu seio, apertando-o, fazendo-me arfar para em seguida sorri, o encarando.
— Que bom saber que você não liga em ir para o inferno. Então acho melhor eu falar logo o item número trinta e um da nossa listinha pervertida, já que parece que voltamos a cumpri-la – falei ficando de lado para que Christian abrisse o meu cinto e o tirasse, e o mesmo assim o fez, mas notei que ele parecia não lembrar sobre o tal trato que envolvia a lista – Amor, lembra de uma lista que eu lhe mostrei que era para você me comer naqueles lugares e seu prazo era só de um mês para realizar aquilo tudo?
— Sim, eu lembro disso, Ana.
— Pois então, só havia trinta lugares na lista. Eu ocultei o trinta e um porque não sabia se você era religioso ou não.
— O que você está querendo aprontar, hein minha gostosa? – Christian perguntou segundos antes de começar a beijar meu colo.
— Nada, amor. O último item, na verdade, nem vai envolver sexo e sim voyeurismo, de mim me masturbando num confessionário de uma igreja com você assistindo a tudo apenas através da janelinha do outro lado.
Christian tirou sua atenção do meu seio e ergueu o rosto, me encarando sério.
— Você não quer que eu vire padre, quer? – ele perguntou incrédulo.
— Não, quer dizer, só por quinze minutos – declarei, mordendo o lábio enquanto me apoiava pelos os cotovelos – Um, dos meus milhares de fetiches, é transar com um padre, mas isso eu sei que é impossível então eu ficaria satisfeita em apenas me masturbar para um padre falso. Quer dizer, eu já cheguei perto de realizar essa fantasia quando fiquei com um formando em Teologia que participava de um seminário na igreja para se tornar padre em uma das minhas viagens para a Itália, mas acho que isso não conta como realização de fetiche, conta?
— É sério isso? – ele indagou se afastando de mim, sentando-se.
— Sério sobre o quê?
— Sobre tudo, Ana.
Rolei os olhos quando vi a cara fechada dele.
— Isso com o cara aconteceu bem antes de eu te conhecer naquele banheiro no Brasil. E sobre o item trinta e um da lista? É sério sim. Mas como é você que vai ter que providenciar as coisas então fica a seu critério fazer ou não – falei e me levantei pegando minha bolsa de mão, o cinto e os scarpins – Se viemos até aqui só para você ficar com raiva então é melhor eu voltar para a festa da sua irmã – informei e me virei, mas Christian se levantou num pulo já me abraçando por trás.
— Não estou com raiva de você, meu amor. Depois a gente ver isso, ok? – ele sussurrou afastando o tecido do vestido, beijando meu ombro fazendo-me morder o lábio e fechar os olhos em desejo.
Christian enfiou os dedos sob o tecido e puxou o vestido para baixo desnudando-me o colo e como estava sem o cinto, o vestido simplesmente desceu pela minha pele, caindo delicadamente no chão, deixando-me nua, pois tinha preferido não usar lingerie porque marcaria o vestido branco.
Deixei cair as coisas que segurava quando ele começou a explorar meu corpo com suas mãos, passando as mesmas pelo meu ventre, busto, nádegas e ombros, então logo notei que Christian já se encontrava duro atrás de mim.
— Pega leve comigo, por favor. Eu ainda estou toda roxa e dolorida de ontem – informei num gemido contido quando ele mordeu de leve a curva do meu pescoço.
— Não se preocupe. Prometo ser bem carinhoso.
Rolei os olhos e me virei, enlaçando-o pelo pescoço.
— Da última vez que você disse isso, segundos depois enfiou sem dó e nem piedade seu pau no meu cu. Então eu não caio mais nessa de “Prometo ser bem carinhoso”.
Christian riu e afagou minha bochecha, gentilmente.
— Fiz aquilo para você não sentir muita dor.
— Nossa, que gentileza da sua parte, querido – debochei.
Ele então me beijou e sem separar nossos lábios, Christian se abaixou um pouco abraçando forte minha cintura para em seguida me levantar do chão e se virar, dando alguns passos, colocando-me em pé sobre a manta novamente.
— Se você for, vai ganhar uma massagem tântrica – murmurei à medida que o ajudava a se despir.
— E como é essa massagem?
— Seja carinhoso e saberá mais tarde – falei sorrindo e me deitando na manta.
Fechei os olhos saboreando o toque quente da mão dele na minha boceta à medida que sua boca sugava meu seio. Logo Christian me fez ficar meio de lado, deitando-se atrás de mim e lentamente, ele começou a se enfiar em meu interior enquanto subia sua mão pela lateral do meu corpo indo até a extremidade do meu braço, entrelaçando nossas mãos e beijando minha nuca.
Seus movimentos não eram vorazes e sim lentos, mas na medida para me fazer entrar em combustão sexual depois de alguns minutos.
— Me fode mais forte, por favor – gemi quando senti meu orgasmo vir, mas ele parou de meter e eu resmunguei frustrada.
— Vamos gozar juntos, minha querida – Christian informou e segurou minha cintura puxando-me para cima dele – Cavalga no meu pau vai, gostosa.
Sorri e me ajeitei melhor começando a alternar entre rebolar e a subir e descer sobre ele. Christian se sentou tempo depois, apoiando-se nas mãos, mas logo passou a me acariciando um com delas à medida que eu cavalgava em seu colo e contraia minha boceta ao redor do pau dele, mastigando-o fazendo ele gemer contra meu ombro.
— Então goza, amor. Estou chegando quase lá também.
Ele então guiou sua mão para entre minhas pernas encontrando o ponto acima onde estávamos conectados e o massageou, fazendo círculos. Tampei minha boca para não gritar quando tive o orgasmo duplo sendo seguida por Christian que mordeu minha costa e apertou meu seio à medida que se liberava dentro de mim.
— Espero que ninguém tenha ouvido a gente – ouvi ele comentar sorrindo, fazendo-me sorrir também enquanto me recostava a ele, ofegante e grogue do orgasmo – Eu te amo, Ana.
Christian afastou meu cabelo para o lado e o olhei por cima do ombro, beijando-lhe meio desajeitadamente.
— Também te amo, Christian.

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