terça-feira, 14 de julho de 2020

S.E.X - 1ª Temporada - Capítulo 25


ANASTASIA

— Bem vinda à minha casa – Ivy disse, já dando passagem para eu poder entrar.

O apartamento, ou melhor, o loft dela era elegante com uma decoração bem moderna. Logo minha atenção foi prendida por quatro quadros que jaziam em uma das paredes da sala. À medida que eu me aproximava para olhá-los melhor, escutei ela me perguntar se eu queria beber alguma coisa.
— Assim vou acabar tendo um coma alcoólico – comentei rindo, olhando para trás a vendo rir enquanto pegava algumas garrafas em um armário da cozinha.

— Eu cuido de você. Não se preocupe, linda.

— Ok, então – falei e olhei novamente para frente – Não sei se é a bebida, mas eu achei essas pinturas muito bonitas – murmurei depois de um tempo.

— É a bebida, com certeza – ouvi Ivy dizer rindo – Está pronto.

Me virei e fui para o sofá, onde a mesma acabava de se sentar com dois copos de bebidas, ao qual peguei um, já me ajeitando meio que de frente para ela, recostando-me de lado no encosto.

— Coloquei um pouquinho de refrigerante no seu, para dar uma quebrada no álcool do Uísque – Ivy disse à medida que eu dava um gole.

— Obrigada. Isso aqui está muito gostoso.

— Não mais que você, eu aposto.

Apenas sorri, dando outro gole em meu drinque.

— Posso saber quem era?

— Quem era o quê? – inquiri confusa, vendo Ivy sorrir antes de sorver um pouco de sua bebida.

— Você estava em uma boate, mas ao invés de dançar ou se divertir, flertando com os bonitões do local, você se encontrava mais interessada em ficar no bar, enchendo a cara. Só pode ter haver com alguma desilusão amorosa sofrida recentemente. Por isso perguntei quem era o cara que te fez sofrer.

— Ei, pode ter sido uma moça ao invés de um cara – comentei e ela riu.

— Você aparenta que nunca ficou com uma mulher?

— Porque diz isso?

— Pelo simples fato de que estamos, neste exato momento, tomando drinques em minha sala de estar.

— Não entendi – murmurei, terminando de tomar minha bebida.

— Quando eu conheço alguma mulher, que já ficou pelo menos uma ou duas vezes com outra mulher, e a convido para passar a noite aqui comigo, assim que passamos por aquela porta, a gente começa a se pegar e logo subimos para o quarto. Esse espaço aqui da sala é totalmente ignorado – Ivy disse, já terminando seu drinque também, levantando-se do sofá e pegando o meu copo.

— Desculpe. Geralmente, eu sou muito tarada e sempre tomo a iniciativa nas coisas, mas isso aqui é novo para mim – falei me levantando, aproximando-me dela, que ainda se encontrava em sua pequena cozinha – O nome dele é Christian. Ele é meu paciente. Sou sexóloga e o nosso encontro foi bem inusitado, sabe? Eu praticamente cai em cima dele – comentei, escorando-me na bancada da pia, sorrindo ao lembrar da situação.

— Você gosta dele?

— Gosto. O problema é que ele está apaixonado por mim e...

— E você não está preparada para essa fase ainda.

— É mais ou menos isso mesmo. Está sendo um martírio para mim, porque atualmente estou morando de favor na casa dele e aí já viu, né? Ver o cara, que era o seu peguete a pouco dias atrás, andando pela casa só de cueca ou calção e não poder atacá-lo é como se fosse um inferno aqui na terra. E isso tudo só está me fazendo ficar com um puta de um tesão, que a cada dia só se acumula – falei e respirei fundo – Acho que foi por isso que aceitei vir para cá e fazer algo diferente.

De repente, fui pega de surpresa quando Ivy deu um passo à frente, já tomando meus lábios em um beijo.

— Não se preocupe com isso agora, Ana. Mas saiba que quando precisar conversar ou desabafar, a porta da minha casa vai está sempre aberta para você e meu ombro vai está aqui também. Só que agora, eu quero que você esqueça esse tal de Christian, porque vou cuidar desse seu tesão acumulado.

Logo sua boca estava em meu pescoço à medida que suas mãos abriam os botões da minha blusa. Assim que ela apertou meus seios, sobre o sutiã mesmo, o meu lado devasso despertou e a Anastasia tarada de sempre tomou o lugar, já enfiando as mãos no cabelo dela, puxando a mesma para mais um beijo incendiário.

Quando dei por mim, já estávamos deitadas na cama da Ivy, nos beijando, completamente nuas. Eu me encontrava por baixo e ela aproveitava a sua posição para poder roçar sua bocetinha contra a minha coxa.
— Me chupa, por favor – pedi em meio a um gemido.

— Pensei que não fosse me pedir nunca – ela comentou sorrindo, já descendo sua boca ao longo do meu corpo, beijando meu pescoço, passando a língua pelos meus seios.

Logo Ivy se postou entre minhas pernas, abocanhando-me com gosto, me fazendo arfar baixinho. A língua dela começou a passear freneticamente pela minha bocetinha, parando em meu clitóris, dando-me um orgasmo maravilhoso em poucos segundos.
— E aí, gostou? – escutei Ivy perguntar, enquanto eu tentava recuperar o fôlego.

— Sim – murmurei quando consegui falar.

Ela sorriu com uma cara de safada e me beijou, esfregando seu corpo contra o meu, então minhas mãos foram de encontro a sua bunda, apertando as nádegas dela, o forte que eu pude, fazendo Ivy gemer em minha boca.
— Agora é a minha vez de te dar prazer e retribuir o orgasmo fodástico que você me deu – falei, já me inclinando para o lado, fazendo a mesma se deitar.

Em meio a outro beijo, enfiei minha mão no cabelo dela e o apertei fortemente.
— Você é muito gostosa, sabia? – Ivy sussurrou, fazendo-me sorrir e assentir com a cabeça, segundos antes de eu descer minha boca e começar a chupar o peito dela.

Eu nunca tinha chupado um seio feminino, mas tentei ao máximo, dar prazer à ela reproduzindo tudo que eu já havia visto ao longo das minhas experiências sexuais com os homens. E parecia que estava funcionando, então levei a mão que se encontrava apertando sua bunda até entre suas pernas e a toquei.

Sua bocetinha estava tão molhada que meus dedos deslizaram facilmente para dentro dela. Assim que toquei em seu ponto G, comecei a massageá-lo, ouvindo Ivy gemer a cada segundo mais alto. Seu orgasmo veio logo, fazendo a mesma se tremer todinha e me agarrar com força, já puxando-me para um beijo.
— Deixa eu ir pegar uma coisa para gente brincar – ela disse, se levantando da cama, após ter se recuperado.

Segundos depois, voltou para cama, trazendo consigo um consolo de duas pontas. Sorri meio safada, mordendo o lábio inferior, à medida que a via chupar uma das cabeças. Ivy então se posicionou entre minhas pernas e lentamente foi introduzindo o consolo em mim.
Foi impossível não pensar no pau do Christian e na falta que ele me fazia, mas consegui me focar novamente na Ivy, que agora enfiava a outra cabeça do consolo em sua bocetinha. Ela se deitou sobre mim, beijando-me, e à medida que os nossos corpos iam se movimentado pelo beijo, o consolo ia se mexendo junto, nos arrancando muitos gemidos.
Em questão de poucos minutos, já nos encontrávamos fodendo freneticamente uma a outra, fazendo com que nossos corpos explodissem simultaneamente em um orgasmo tão avassalador que me tirou as forças.

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