terça-feira, 14 de julho de 2020

S.E.X - 1ª Temporada - Capítulo 08


ANASTASIA

— Acabei esquecendo de perguntar. Seu noivo sabe que você gosta de transar com os seus pacientes?

— Noivo? – indaguei meio confusa, enquanto adentrávamos o meu loft.

O vi apontar para minha mão, foi quando notei que ainda estava usando aquele anel de noivado falso.
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— Ah, isso aqui é apenas uma bijuteria. Não tenho noivo não. Uso este anel para afastar os pretendentes, que não são poucos.

— Jura? Nem imagino o porquê – Christian debochou me fazendo rir.

Mostrei rapidamente minha casa então seguimos para a suíte, onde logo comecei a me despir o informando que iria tomar um banho.


★ ★ ★ ★ ★


Não me demorei muito no banheiro, conseguindo lavar os meus cabelos, depois me enxuguei e me enrolei na toalha, voltando para o quarto.

— Vai tomar um banho. Tem toalha no armário debaixo da pia – falei dando um sorriso para ele.

Christian assentiu e se dirigiu até lá então continuei me enxugando, finalizando enrolando a toalha nos meus cabelos, fazendo uma espécie de touca.

Quando ele apareceu minutos depois, me encontrava deitada no meio da cama, recostada sobre a cabeceira, em meio as almofadas, completamente nua, enquanto tentava acionar as cortinas para ver se as mesmas desciam.

Me levantei, já puta da vida com o controle, e fui baixá-las manualmente, mas assim que me virei, encontrei Christian me comendo com os olhos e eu notei o volume que seu pau fazia ao ficar ereto sob a toalha enrolada em sua cintura.

— Acho que você já pode borrifar o spray – comentei, mordendo o canto do meu lábio.

Ele pegou o frasquinho de dentro do bolso do seu casaco e o ensinei a como aplicar.

— Demora quantos tempo para surtir efeito?

— Alguns segundos, mas ao invés de pensar nisso, porque não vem brincar aqui comigo – o chamei com o dedo, já me deitando na cama.

Vi sumir aquele cara tímido, que às vezes Christian aparentava ser, e um Christian cheio de luxúria apareceu no lugar, quando o mesmo subiu na cama me beijando, fazendo meu ventre contrair de desejo.

Suas mãos percorreram meu corpo, arrepiando-me toda. Sua boca quente não tinha local certo para ficar e passeava pelo meu pescoço, meus seios e minha barriga, deixando em cada centímetro da minha pele, beijos e mordidinhas safadas.

— Me chupa, por favor – implorei, pois estava louca para saber se aquela boca era boa em todos os sentidos.

“Senhor, esse homem não existe” rosnei de desejo quando ele abocanhou com gosto a minha boceta.

— Christian, que boca maravilhosa é essa? – inquiri me apoiando nos cotovelos, o olhando entre minhas pernas.

Ele me encarou com um sorrisinho sacana.

— Imagina quando eu enfiar o meu pau nessa delícia aqui.

— Nem pense em mete em mim agora. Me faz gozar primeiro, faz? – pedi, manhosa.

— Será um prazer, gostosa.

Me deitei novamente, sorrindo, enquanto Christian me explorava com sua língua e brincava com meu clitóris. Ou eu já estava excitada demais ou ele era muito bom nas chupadas, pois acabei gozando em questão de segundos. Ainda me encontrava meio anestesiada pelo recente orgasmo quando Christian subiu beijando minha barriga, até chegar em minha boca.

— Agora é a minha vez – ele rosnou entre nossos lábios, se apoiou em uma das mãos, melou a outra com um pouco de saliva e a guiou até o seu pau, melando-o para em seguida se enfiar em mim de uma vez só.
Gritei de dor e acabei descendo uns tapas em seu braço enquanto me contorcia sob ele e isso fez o mesmo sair de cima de mim. Me encolhi de lado, à medida que sentia aquela dor alucinante em minha cérvix.

— Me desculpe, Ana. Esqueci que você era pequena – escutei Christian dizer tocando no meu ombro.

“Que porra de pequena o quê”

— Não sou pequena não – resmunguei emburrada, deitando-me de barriga para cima, com o braço sobre os olhos, respirando fundo.

— Acho melhor eu ir embora.

Tirei o braço do rosto e segurei seu antebraço, impedindo-o de se levantar.

— Você vai ficar paradinho bem aí.

Me levantei, respirando fundo novamente por causa da dor e andei devagar, saindo do quarto para pegar meu celular na bolsa, que se encontrava na sala de está lá embaixo. Liguei para os meus três únicos pacientes de hoje à tarde e desmarquei, já remarcando para o dia seguinte.

“Vou me acostumar com o pau dele, nem que eu passe a tarde toda fazendo sexo” pensei, decidida, jogando o celular em algum canto do sofá.

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