DAKOTA
— A água está uma delícia, não é amor? – escutei Jay comentar, depois de alguns minutos que estávamos relaxando dentro da banheira.
— Uhum... – murmurei, ainda de olhos fechados.
Todavia, os abri quando senti a mão do Jamie em meu joelho, descendo pela minha canela, já puxando meu pé para colo dele.
— Vou fazer uma massagem em você, minha rainha. Primeiro nos seus pés e pernas, depois nos seus ombros – ele disse, já erguendo um pouco minha perna e começando a massagear meu pé direito, subindo pela minha panturrilha, me fazendo voltar a fechar os olhos, relaxando.
Após Jay fazer a massagem nas minhas pernas, o mesmo me mandou virar de costas para ele e ficar sentar entra as suas, e assim eu fiz.
— Viajar vai ser bem cansativo, mas espero que tudo saia perfeito.
— E dentro do prazo também – completei enquanto as mãos do Jamie apertavam meus ombros.
— Será que a gente vai poder ter um tempinho para nós dois para curtirmos?
— Durante o nosso jantar, eu pensei uma coisa, Jay.
— Pensou em quê?
— Quando estava pesquisando melhor as cidades que vamos passar, eu vi um roteiro de viagem de vinte dias pela Tailândia. Então, pensei que depois que concluirmos a viagem, a preparação da revista de aniversário e da sua coleção, e ter a festa de comemoração. Vamos fazer esse roteiro de viagem, só nós dois? – inquiri, me virando um pouco, o olhando.
— Sério? – ele indagou, surpreso.
— Sim. Daí se eu me sentir pronta em algum momento da viagem, eu me caso com você em uma cerimônia íntima em alguma praia paradisíaca de lá, só nós dois e a pessoa que irá nos casar.
— Não quer se apaixonar por mim primeiro? – Jamie perguntou, sorrindo, fazendo-me franzir o cenho.
— E como eu sei que estou apaixonada? Porque eu sinceramente não sei como saber, porém temos a viagem toda de trabalho para você tentar me conquistar e eu me abrir por completa.
Ele riu.
— Dak, quando uma pessoa está apaixonada o coração dela acelera, ela sente desejo pelo outro, sente vontade de estar sempre junto, de imaginar uma vida juntos. A pessoa também sente tesão ao extremo pela outra. Ninguém mais vai importar em sua vida, apenas ela. Eu também não sabia, mas quando eu me apaixonei foi assim que aconteceu comigo.
— Acho que tenho algumas dessas coisas.
— Tipo?
— Pensar em você conta? Porque, tipo, eu às vezes durante o dia penso em você, se você está gostando da gente na cama, se eu preciso melhorar.
— Você está perfeita – Jay garantiu, fazendo-me dar um sorriso e me ajeitar melhor entre suas pernas, ficando agora totalmente de lado para ele.
— Eu também imagino a gente no futuro, de como vai ser e tudo mais.
— Eu também, minha rainha. Fico imaginando a gente brincando com o nosso bebê, na nossa nova casa.
Sorri.
— Coração acelerado? Só na cama mesmo na hora do sexo. Agora, desejo e tesão não é a mesma coisa? – perguntei, confusa e Jamie riu, me dando um selinho.
— Dak... Você vai saber quando estiver apaixonada.
— Tudo bem.
— Você vai ter medo de me perder. Vai ter medo de tudo acabar. Você vai pensar em mim a todo momento. Vai fazer planos. Vai sorrir de um jeito bobo. Vai sentir umas borboletas no estômago quando eu te ligar.
— Não quero sentir bicho no meu estômago não – comentei, fazendo careta e ele riu.
— É só modo de falar, amor.
— Ok.
— E ter desejo é diferente de ter tesão. Mas um se liga ao outro. O desejo é quando você quer que algo aconteça, deseja aquilo, por isso o nome desejo. Já o tesão é uma reação automática do corpo. Tipo...
Jay parou de falar, então me puxou para mais perto de seu corpo, fazendo com que eu sentisse seu pau, já duro, ficar encostado em meu braço. Ele ergueu sua mão, acariciando levemente meus seios, causando-me uma sensação gostosa.
— Quando eu te toco em certos lugares... – Jamie continuou a falar, agora perto do meu ouvido, enquanto descia sua mão pela minha barriga, até alcançar minha boceta, acariciando a mesma, fazendo-me morde o lábio – ...seu corpo reage te causando tesão, te deixando excitada com meu toque...
— Uhum... – murmurei, meio que gemendo à medida que sentia ele enfiar seus dedos em mim.
— Mas, você necessariamente não precisa deseja fazer sexo ou me desejar para ter tesão.
Jay continuou a falar em ouvido enquanto me masturbava lentamente e me desliguei do mundo, entregue aquela sensação maravilhosa. Ele intercalava entre massagear meu clítoris e introduzir seus dedos em minha boceta, fodendo-me com eles.
Logo Jamie beijou meu pescoço, mordendo minha orelha, intensificando os movimentos sobre meu clítoris, fazendo com que eu gemesse mais alto e mordesse o lábio.
— Goze, meu amor – ele sussurrou e como se meu corpo respondesse ao mesmo, gozei intensamente, me recostando ao seu peito, com a respiração bastante ofegante.
Jay tirou sua mão dentre minhas pernas e a levou para o meu pescoço, fazendo-me encará-lo segundos antes dele unir nossas bocas em um beijo. Para retribuir o orgasmo que Jamie havia me proporcionado, à medida que nos beijávamos, eu me ajeitei um pouco melhor e segurei pau.
Iniciei uma masturbação lenta e compassada. Ele sorria e gemia contra meus lábios, também entregue aquele momento. começando a masturbá-lo.
— Assim você me mata, Dak – Jamie rosnou no meu ouvido e me encarou – Vamos para a cama, pois quero comemorar a vinda do nosso bebê.
— Mas já não comemorando hoje pela manhã, no meu escritório? – o lembrei, fazendo ele sorrir.
— Quanto mais comemoração melhor, minha rainha.
Ri e o soltei. Nos levantamos, tirando a espuma da gente com o chuveirinho da hidro, depois nos enxugamos e fomos para o quarto. Mal deitamos na cama e escutamos uma batida na porta do quarto.
— Quem é? – indaguei, mas a única que estava em casa era a Emily.
— Oi, Dakota. Sou eu, a Emily. Posso falar com você rapidinho?
Encarei Jay e ele soltou um “Vai lá que eu te espero” enquanto alisava seu pau.
— Pode sim. Espere um minuto – falei, já me levantando da cama e indo vestir um dos meus robes de cetim compridos à medida que Jamie se cobria com o lençol e ligava a televisão.
— O que foi? – indaguei ao sair do quarto, fechando a porta atrás de mim.
— A gente pode ir para o seu escritório?
Assenti então descemos e nos dirigimos até lá, já nos sentando no sofá existente no local.
— Sobre o que você quer conversar, Emily? – inquiri, meio séria, e a vi suspirar.
— Queria te pedir desculpas pelo ocorrido mais cedo na sala, e prometer que nunca mais irá acontecer aquilo de novo.
— Tudo bem.
— Eu sei que a gente não tem intimidade, mas queria que você fosse menos dura comigo.
— Você tem que entender que é difícil para mim, te aceitar como irmã, mas minha vida está meio que mudando essas últimas semanas, então eu posso tentar ser mais acolhedora e amigável com você, Emily.
Ela balançou a cabeça, assentindo.
— Mas quero que saiba que eu não pedi nada disso que vocês me culpam, Dak.
— Eu entendo que você não tem culpa, Emily. E sei que vai parecer diabólico demais, mas eu achava que te tratando mal estaria atingindo seus pais, que causaram tanta dor ao meu.
— Lamento te informar, mas eles não me amam ao ponto de ficarem chateados com algo que vocês façam a mim. Eu ainda não contei a eles, mas acho que a nossa mãe já desconfia da minha orientação sexual, porque a mesma já soltou uma vez que nunca aceitaria uma filha sapatona, que isso seria uma vergonha enorme. E o meu pai a apoiou, dizendo que se eu me tornasse “gay” igual as minhas amigas, ex-amigas na verdade porque ambos me proibiram de falar com elas, ele iria me deserdar. Às vezes, eu me sinto um E.T. por causa disso.
— Você não precisa ser um E.T., Emily. Há milhares de famosos, gente bem sucedida que são lésbicas, bi, pan e o negócio todo. Muitas modelos lá da revista são lésbicas e bissexuais, e isso não afeta o trabalho delas. Se seus pais não te aceitarem do jeito que é, é porque não te amam.
— Eu não sei se quero me esconder mais, mas quando essa “bomba” estourar, eu não vou ter mais família – ela disse, suspirando e encarando o nada com um olhar triste.
— Como estou disposta a mudar minha atitude com você, eu te digo “Qualquer coisa pode contar comigo”.
— Tudo bem. Obrigada, Dak.
— De nada... irmã. Não tenha medo de ser quem você é, se te deserdarem, eu aumento seu salário como estagiária, o suficiente que dê para você se manter sozinha. Daqui a três meses você completa 18 anos. Estaremos em plena viagem. Mas assim que voltarmos você vai sair daqui e ir morar no seu cantinho. Jamie te deu um dos apartamento dele, não foi?
— Sim.
— Pois então, você vai começar a ser dona do seu próprio nariz, para não ficar dependendo da opinião dos outros. Meu pai fez isso comigo e eu estou fazendo isso com você.
Ela sorriu, parecendo feliz e me abraçou, me pegando de surpresa.
— Obrigada, Dak.
— De nada, Emily. E seja feliz longe daqueles dois.
— Antes de irmos, eu quero te pedir desculpas pelo que houve no ateliê do Jamie. Eu me descontrolei ao saber sobre vocês dois e acabei te machucando. Depois ele me contou que foi uma armação dele, mas o orgulho falou mais alto e eu não te pedi desculpa antes.
— Sem problema, Dak.
Dei um sorriso, já me levantando do sofá e Millie fez o mesmo. Subimos e ela seguiu para o seu quarto e eu para o meu.
— A água está uma delícia, não é amor? – escutei Jay comentar, depois de alguns minutos que estávamos relaxando dentro da banheira.
— Uhum... – murmurei, ainda de olhos fechados.
Todavia, os abri quando senti a mão do Jamie em meu joelho, descendo pela minha canela, já puxando meu pé para colo dele.
— Vou fazer uma massagem em você, minha rainha. Primeiro nos seus pés e pernas, depois nos seus ombros – ele disse, já erguendo um pouco minha perna e começando a massagear meu pé direito, subindo pela minha panturrilha, me fazendo voltar a fechar os olhos, relaxando.
Após Jay fazer a massagem nas minhas pernas, o mesmo me mandou virar de costas para ele e ficar sentar entra as suas, e assim eu fiz.
— Viajar vai ser bem cansativo, mas espero que tudo saia perfeito.
— E dentro do prazo também – completei enquanto as mãos do Jamie apertavam meus ombros.
— Será que a gente vai poder ter um tempinho para nós dois para curtirmos?
— Durante o nosso jantar, eu pensei uma coisa, Jay.
— Pensou em quê?
— Quando estava pesquisando melhor as cidades que vamos passar, eu vi um roteiro de viagem de vinte dias pela Tailândia. Então, pensei que depois que concluirmos a viagem, a preparação da revista de aniversário e da sua coleção, e ter a festa de comemoração. Vamos fazer esse roteiro de viagem, só nós dois? – inquiri, me virando um pouco, o olhando.
— Sério? – ele indagou, surpreso.
— Sim. Daí se eu me sentir pronta em algum momento da viagem, eu me caso com você em uma cerimônia íntima em alguma praia paradisíaca de lá, só nós dois e a pessoa que irá nos casar.
— Não quer se apaixonar por mim primeiro? – Jamie perguntou, sorrindo, fazendo-me franzir o cenho.
— E como eu sei que estou apaixonada? Porque eu sinceramente não sei como saber, porém temos a viagem toda de trabalho para você tentar me conquistar e eu me abrir por completa.
Ele riu.
— Dak, quando uma pessoa está apaixonada o coração dela acelera, ela sente desejo pelo outro, sente vontade de estar sempre junto, de imaginar uma vida juntos. A pessoa também sente tesão ao extremo pela outra. Ninguém mais vai importar em sua vida, apenas ela. Eu também não sabia, mas quando eu me apaixonei foi assim que aconteceu comigo.
— Acho que tenho algumas dessas coisas.
— Tipo?
— Pensar em você conta? Porque, tipo, eu às vezes durante o dia penso em você, se você está gostando da gente na cama, se eu preciso melhorar.
— Você está perfeita – Jay garantiu, fazendo-me dar um sorriso e me ajeitar melhor entre suas pernas, ficando agora totalmente de lado para ele.
— Eu também imagino a gente no futuro, de como vai ser e tudo mais.
— Eu também, minha rainha. Fico imaginando a gente brincando com o nosso bebê, na nossa nova casa.
Sorri.
— Coração acelerado? Só na cama mesmo na hora do sexo. Agora, desejo e tesão não é a mesma coisa? – perguntei, confusa e Jamie riu, me dando um selinho.
— Dak... Você vai saber quando estiver apaixonada.
— Tudo bem.
— Você vai ter medo de me perder. Vai ter medo de tudo acabar. Você vai pensar em mim a todo momento. Vai fazer planos. Vai sorrir de um jeito bobo. Vai sentir umas borboletas no estômago quando eu te ligar.
— Não quero sentir bicho no meu estômago não – comentei, fazendo careta e ele riu.
— É só modo de falar, amor.
— Ok.
— E ter desejo é diferente de ter tesão. Mas um se liga ao outro. O desejo é quando você quer que algo aconteça, deseja aquilo, por isso o nome desejo. Já o tesão é uma reação automática do corpo. Tipo...
Jay parou de falar, então me puxou para mais perto de seu corpo, fazendo com que eu sentisse seu pau, já duro, ficar encostado em meu braço. Ele ergueu sua mão, acariciando levemente meus seios, causando-me uma sensação gostosa.
— Quando eu te toco em certos lugares... – Jamie continuou a falar, agora perto do meu ouvido, enquanto descia sua mão pela minha barriga, até alcançar minha boceta, acariciando a mesma, fazendo-me morde o lábio – ...seu corpo reage te causando tesão, te deixando excitada com meu toque...
— Uhum... – murmurei, meio que gemendo à medida que sentia ele enfiar seus dedos em mim.
— Mas, você necessariamente não precisa deseja fazer sexo ou me desejar para ter tesão.
Jay continuou a falar em ouvido enquanto me masturbava lentamente e me desliguei do mundo, entregue aquela sensação maravilhosa. Ele intercalava entre massagear meu clítoris e introduzir seus dedos em minha boceta, fodendo-me com eles.
Logo Jamie beijou meu pescoço, mordendo minha orelha, intensificando os movimentos sobre meu clítoris, fazendo com que eu gemesse mais alto e mordesse o lábio.
— Goze, meu amor – ele sussurrou e como se meu corpo respondesse ao mesmo, gozei intensamente, me recostando ao seu peito, com a respiração bastante ofegante.
Jay tirou sua mão dentre minhas pernas e a levou para o meu pescoço, fazendo-me encará-lo segundos antes dele unir nossas bocas em um beijo. Para retribuir o orgasmo que Jamie havia me proporcionado, à medida que nos beijávamos, eu me ajeitei um pouco melhor e segurei pau.
Iniciei uma masturbação lenta e compassada. Ele sorria e gemia contra meus lábios, também entregue aquele momento. começando a masturbá-lo.
— Assim você me mata, Dak – Jamie rosnou no meu ouvido e me encarou – Vamos para a cama, pois quero comemorar a vinda do nosso bebê.
— Mas já não comemorando hoje pela manhã, no meu escritório? – o lembrei, fazendo ele sorrir.
— Quanto mais comemoração melhor, minha rainha.
Ri e o soltei. Nos levantamos, tirando a espuma da gente com o chuveirinho da hidro, depois nos enxugamos e fomos para o quarto. Mal deitamos na cama e escutamos uma batida na porta do quarto.
— Quem é? – indaguei, mas a única que estava em casa era a Emily.
— Oi, Dakota. Sou eu, a Emily. Posso falar com você rapidinho?
Encarei Jay e ele soltou um “Vai lá que eu te espero” enquanto alisava seu pau.
— Pode sim. Espere um minuto – falei, já me levantando da cama e indo vestir um dos meus robes de cetim compridos à medida que Jamie se cobria com o lençol e ligava a televisão.
— O que foi? – indaguei ao sair do quarto, fechando a porta atrás de mim.
— A gente pode ir para o seu escritório?
Assenti então descemos e nos dirigimos até lá, já nos sentando no sofá existente no local.
— Sobre o que você quer conversar, Emily? – inquiri, meio séria, e a vi suspirar.
— Queria te pedir desculpas pelo ocorrido mais cedo na sala, e prometer que nunca mais irá acontecer aquilo de novo.
— Tudo bem.
— Eu sei que a gente não tem intimidade, mas queria que você fosse menos dura comigo.
— Você tem que entender que é difícil para mim, te aceitar como irmã, mas minha vida está meio que mudando essas últimas semanas, então eu posso tentar ser mais acolhedora e amigável com você, Emily.
Ela balançou a cabeça, assentindo.
— Mas quero que saiba que eu não pedi nada disso que vocês me culpam, Dak.
— Eu entendo que você não tem culpa, Emily. E sei que vai parecer diabólico demais, mas eu achava que te tratando mal estaria atingindo seus pais, que causaram tanta dor ao meu.
— Lamento te informar, mas eles não me amam ao ponto de ficarem chateados com algo que vocês façam a mim. Eu ainda não contei a eles, mas acho que a nossa mãe já desconfia da minha orientação sexual, porque a mesma já soltou uma vez que nunca aceitaria uma filha sapatona, que isso seria uma vergonha enorme. E o meu pai a apoiou, dizendo que se eu me tornasse “gay” igual as minhas amigas, ex-amigas na verdade porque ambos me proibiram de falar com elas, ele iria me deserdar. Às vezes, eu me sinto um E.T. por causa disso.
— Você não precisa ser um E.T., Emily. Há milhares de famosos, gente bem sucedida que são lésbicas, bi, pan e o negócio todo. Muitas modelos lá da revista são lésbicas e bissexuais, e isso não afeta o trabalho delas. Se seus pais não te aceitarem do jeito que é, é porque não te amam.
— Eu não sei se quero me esconder mais, mas quando essa “bomba” estourar, eu não vou ter mais família – ela disse, suspirando e encarando o nada com um olhar triste.
— Como estou disposta a mudar minha atitude com você, eu te digo “Qualquer coisa pode contar comigo”.
— Tudo bem. Obrigada, Dak.
— De nada... irmã. Não tenha medo de ser quem você é, se te deserdarem, eu aumento seu salário como estagiária, o suficiente que dê para você se manter sozinha. Daqui a três meses você completa 18 anos. Estaremos em plena viagem. Mas assim que voltarmos você vai sair daqui e ir morar no seu cantinho. Jamie te deu um dos apartamento dele, não foi?
— Sim.
— Pois então, você vai começar a ser dona do seu próprio nariz, para não ficar dependendo da opinião dos outros. Meu pai fez isso comigo e eu estou fazendo isso com você.
Ela sorriu, parecendo feliz e me abraçou, me pegando de surpresa.
— Obrigada, Dak.
— De nada, Emily. E seja feliz longe daqueles dois.
— Antes de irmos, eu quero te pedir desculpas pelo que houve no ateliê do Jamie. Eu me descontrolei ao saber sobre vocês dois e acabei te machucando. Depois ele me contou que foi uma armação dele, mas o orgulho falou mais alto e eu não te pedi desculpa antes.
— Sem problema, Dak.
Dei um sorriso, já me levantando do sofá e Millie fez o mesmo. Subimos e ela seguiu para o seu quarto e eu para o meu.

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