THE BOWER RESIDENCE, APART. 08
ANASTASIA
UMA SEMANA DEPOIS
Esses últimos dias foram meio difíceis para a gente, com relação a nossa ansiedade para fazermos logo sexo. Uma noite enquanto estava descansando no trabalho, cheguei até a sonhar em como seria bom ser fodida pelo Christian.
E a cada dia eu ficava mais ansiosa para que a semana passasse logo, pois bastava eu ouvir a voz dele no telefone, quando Christian me ligava de madrugada, que minha bocetinha logo começava a piscar e a ficar toda encharcada.
Em casa, o sofrimento era pior, porque era só ele me abraçar por trás, encostando-se ao meu corpo, que o pau dele já dava sinal de vida, ficando super duro, fazendo minha cabeça explodir de vontade de puxar Christian para o quarto e dar uma surra de boceta nele.
Mas ontem foi o último dia de abstinência e hoje eu daria uma surra em Christian ou ele que me daria uma bela surra de pau. Sorri, mordendo o lábio só de imaginar o que estava por vir.
— Mamãe, porque a senhora tá sorrindo que nem uma bobona? – ouvi a voz de Teddy, então olhei para o lado, o vendo parado perto do sofá, já com sua mochila nas costas.
— Nada, meu amorzinho – falei, me levantando, dando um beijo no alto da cabeça dele – Está pronto para irmos?
— Sim, mamãe! Não vejo a hora de acabar com o tio Jack no video-game! – Theodore exclamou, todo animado.
Sorri, então saímos e levei meu filho para o apartamento do Jack e da Leila. Durante a semana, eu havia perguntado ao Teddy se o mesmo queria passar esse final de semana, se divertindo com o Jack e ele adorou a ideia, passando o resto da semana ansioso para chegar logo a sexta-feira.
Havia sido uma decisão do Christian em permitir que Theodore passasse alguns finais de semana com o Jack no apartamento dele. Talvez fosse para nos dar mais privacidade ou talvez ele quisesse mesmo que Jack fizesse parte da vida do Teddy, de uma forma mais presente.
★ ★ ★ ★ ★
— É hoje, né sua safada? – indagou Jack, num sussurro, mas rindo, quando Theodore correu para dar um abraço em Leila, que se encontrava sentada no sofá, assistindo TV.
— Eu quero é saber se você e a Leila já fizeram... Você sabe – murmurei, baixo, e Jack desconversou, fazendo-me rir e dar um abraço nele – Até que enfim você tomou uma atitude. Ver se não vacila com ela, senão eu arranco seu pau e te faço comer ele empanado – ameacei, já me desvencilhando.
— Eita! Chega doeu minhas boletas aqui embaixo.
Sorri.
— É bom mesmo que doa – ressaltei e passei por ele, me aproximando de Teddy – Tchau, meu amor. Mamãe já vai. Se comporte com seus tios, ok? E não caia nas loucuras do seu tio Jack. Ele tem um parafuso a menos na cabeça.
— O sujo falando do mal lavado, né gaiata? – Jack comentou, se jogando no sofá ao lado da Leila e do Theodore.
— Pode deixar, Ana. Eu vou ficar de olhos nas duas crianças aqui.
Agradeci a Leila, beijando novamente Teddy, antes de sair do apartamento deles e retornar ao meu.
★ ★ ★ ★ ★
— Amor, cheguei! – escutei Christian falar, então sai do quarto, aparecendo logo na sala de estar, usando meu novo conjuntinho de dormir, bem sexy.
O enlacei pelo pescoço, me colando a ele que logo abraçou minha cintura com seus braços, já meio fortes e grossos, devido as pizzas noturnas que o mesmo pedia à mando do filho.
— Sim, amor. Mas você quer mesmo falar de trabalho agora?
Sorri, balançando a cabeça em negativa.
— Não. Quero você sendo meu, assim como quero ser sua de uma vez por todas.
Ele sorriu, já me beijando intensamente. Suas mãos logo apertaram minha bunda sob o fino e transparente tecido do short. Christian deu uma risadinha safada quando eu gemi contra sua boca, devido ao aperto, e rapidamente me puxou para o sofá da sala.
Ele se sentou, me levando consigo, fazendo com que eu sentasse encaixada em seu colo, de frente para o mesmo. Christian se recostou ao encosto do móvel e subiu suas mãos para os meus seios, brincando com os meus mamilos sob a blusa ainda, me deixando doidinha.
Pelo tesão, passei a rebolar em seu colo, roçando minha boceta, protegida inutilmente pelo tecido fino do short, contra a calça dele, já sentindo um volume ali. A boca de Christian logo se apossou dos meus mamilos e ele os chupou, avidamente, ainda sob a blusa.
— Amor, temos o resto do final de semana para fazer longas preliminares... Eu quero você dentro de mim... Quero sentir você me possuindo de todas as formas possíveis... – supliquei, gemendo quando ele passou a sugar mais forte um dos meus seios.
Christian me encarou.
— Deixa eu te provar só um pouco, meu amor. Depois prometo te comer do jeito que você quiser.
Sorri, assentindo ao seu pedido, então sai de seu colo, me sentando ao lado dele, que logo se levantou do sofá e começou a tirar sua roupa à minha frente. Acabei mordendo o canto do meu lábio à medida que o admirava se despir.
Em seguida, Christian se ajoelhou entre minhas pernas e olhou, travesso.
— Posso?
Demorei alguns segundos para entender que o mesmo estava pedindo permissão para rasgar o meu short, então assenti com a cabeça, vendo o frágil shortinho se tornar apenas pequenos pedaços de pano transparente, que foram jogados ao lado, no chão.
Christian rapidamente caiu de boca em minha boceta, que já se encontrava totalmente encharcada de tanto tesão. Ele chupou, lambeu e sugou muito o meu clitóris, enfiando às vezes sua língua na minha entrada.
Com um oral daqueles, foi impossível não me deixar explodir em orgasmo alucinante, que me fez revirar os olhos. Ainda me recuperando pelo recente gozo, senti algo pressionar contra meu clítoris mega sensível, fazendo-me gemer e abrir os olhos.
Christian me maltratava, pincelando seu pau em minha bocetinha, mas não foi por muito tempo, pois ele logo o posicionou em minha entrada e se inclinou para frente, me penetrando devagar, fazendo-me arfar e morder o lábio.
Christian não tinha um pau grande, era por volta de uns dezoito centímetros e também não era muito grosso. O problema era que depois de quase oito anos sem transar com ninguém, minha boceta havia se estreitado um pouco e parecia que o pau dele era algo monstruoso enfiado em mim, me arregaçando toda.
— Você é tão apertada, amor. Estou te machucando? – ele perguntou, todo preocupado, alisando o meu rosto.
— Não, meu amor – o tranquilizei, já o puxando para um beijo – Me fode, amor. Eu sei que você estava desejando essa boceta a semana toda. Ela é sua agora. Eu sou sua – sussurrei contra a boca dele, que sorriu, de um jeito safado, antes de começar a movimentar seu quadril para frente e para trás.
Ele intercalava entre metidas rápidas e lentas, tirar seu pau todo para fora e o meter de novo todo em mim, chupar e morder de leve meus mamilos. Quando comecei a sentir que meu orgasmo se aproximava, passei a apertar freneticamente minha boceta ao redor do pau dele.
— Ainda não, meu amor – Christian falou, ofegante, saindo de dentro de mim, deixando-me muito frustrada.
— Não... – resmunguei, o vendo sorrir à medida que se levantava e estendia uma mão em minha direção.
— Quero você na nossa cama, gemendo e gozando enquanto cavalga gostoso em cima de mim – ele anunciou, fazendo-me sorrir, bem safadinha, e segurar sua mão em seguida.
Assim que chegamos ao quarto, Christian se deitou no meio da cama, já me chamando para montar nele, que rapidamente o fiz. Me posicionei sobre ele, direcionando seu pau para minha entrada, rebolando devagar à medida que sentava nele.
Eu via o prazer estampado no rosto de Christian enquanto cavalgava em seu pau, intercalando entre cavalgadas lentas e rápidas. Logo apoiei minhas mãos no peito dele, anunciando que iria gozar em breve, já começando a acelerar meu quadril.
Nossos orgasmos vieram simultaneamente e nossos gemidos se misturaram em um só. Depois de alguns segundos, caí exausta sobre Christian, que ficou acariciando minha costa à medida que nossas respirações se acalmavam.
— Você é tão gostosa, amor.
— Você também não fica atrás não – o elogiei também, sorrindo e o encarando.
— Quer ter filhos logo? É porque não usamos camisinha – ele me lembrou desse pequeno detalhe.
— Quero, meu amor. Até porque o nosso filho também já me pediu para darmos duas irmãzinhas à ele – comentei, fazendo Christian rir.
— Eu vou adorar praticar muito para isso acontecer.
Sorri, já o beijando, extremamente feliz.

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