ANASTASIA
Assim que escutei o som do carro se aproximando, levantei do sofá e fui abrir a porta da entrada, logo Taylor estacionou o carro em frente à mansão e vi Christian descer do Tesla.
Ele sorriu de um jeito pervertido quando me viu, com certeza já pensando besteira então dei alguns passos à frente para dar passagem a Taylor que entrou na mansão.
— Acho que vou gostar dessa surpresa – Christian informou se aproximando de mim então o abracei.
— Como sempre não é, Mestre? – sussurrei em seu ouvido e ele me apertou contra seu corpo.
Christian se afastou um pouco de mim, mas não desfez nosso abraço. Pegou o celular dentro do bolso da calça, digitou um número e colocou o aparelho no ouvido. Ele circulou minha cintura com um dos braços me trazendo para perto dele e fiquei brincando com alguns fios do seu cabelo enquanto ele falava ao telefone.
Sorri ao ouvi-lo dizer para Amber que era para ela desmarcar qualquer compromisso no período da tarde, pois ele ficaria ocupado e não poderia voltar mais para a empresa hoje.
— Onde está Sophie? – perguntei assim que ele guardou o celular.
— A deixamos na faculdade, por isso que demorei um pouco para chegar, mas vamos falar de nós, Sra. Grey. Você sabe como fazer uma surpresa, pois está fodidamente sexy e deliciosa nesse vestido, minha ex-buchudinha.
Joguei a cabeça para trás em uma risada, mas logo o som do riso foi substituído por um gemido quando senti Christian beijar meu pescoço. Fechei os olhos e me deliciei com aquela sensação gostosa sentindo cada centímetro do meu corpo se estremecer ao toque dele, mas então lembrei que ainda estávamos em frente à mansão.
Enfiei uma das mãos em seu cabelo e puxei gentilmente fazendo com que Christian me olhasse. Apontei ao redor e ele entendeu o recado me soltando em seguida. Entramos abraçados na mansão então ele se afastou para tirar o seu casaco, mas logo me rodeou novamente com seus braços.
— Vamos para o quarto? – Christian perguntou roçando seus lábios nos meus.
— Vamos, mas primeiro quero te mostrar dois presentes. Vem, estão no quarto dos bebês.
— Tem que ser justo agora? Por que você não me dar a surpresa primeiro depois vamos ver os tais presentes – ele resmungou e eu sorri.
— É rapidinho, Christian. Depois sou toda sua. Vem – peguei a mão dele e subimos a escada.
O carpete vermelho ao longo do corredor abafava o som dos meus Louboutin exclusivos. Abri a porta devagar e pedi para que ele olhasse dentro dos berços, pois os presentes estavam lá. Sorri quando Christian me olhou pasmo após ter parado entre os dois berços.
— Eu sou apenas uma parte da surpresa, querido – sussurrei entrando no quarto e me aproximando dele – A outra parte são os nossos pequenos campeões que finalmente vieram para casa. Gostou?
— Como não posso gostar dessa surpresa? Agora nossa família está completa.
Ele segurou meu rosto entre suas mãos e capturou meus lábios. Logo suas mãos desceram pela lateral do meu corpo e se detiveram em minha bunda. Christian me puxou forte colando nossos corpos como se quisesse nos fundir num só corpo.
— Melhor sairmos daqui ou acabaremos acordando os gêmeos – adverti quando ele apertou meus glúteos por cima do vestido me fazendo gemer em sua boca e ele assentiu sondando-me com seus olhos que emanavam puro desejo.
Demos uma última olhada nos nossos pequenos e saímos. Mal fechei a porta do quarto dos bebês e Christian me puxou pela cintura fazendo com que minha costa se chocasse contra seu tórax. Seus lábios desceram ferozmente sobre meu pescoço, com certeza, deixando marcas em minha pele branquinha.
— Estava com saudades disso – admiti e me virei ficando de frente para ele.
O enlacei pelo pescoço e nossas bocas se uniram num beijo selvagem. Me senti sendo empurrada ao longo do corredor enquanto nos beijávamos intensamente. Minhas mãos percorriam o corpo dele já fazendo os tão conhecidos movimentos e logo seu paletó cinza escuro estava aberto, sua gravata azul escura já se encontrava desatada e sua camisa azul clara estava terminando de ser aberta por mim. As mãos dele desfizeram meu coque fazendo com que meus cabelos caíssem em ondas pelos meus ombros.
— Minha morena gostosa – ele gemeu.
De repente, Christian encostou-me à parede, me desvencilhei dele um pouco a procura de ar então notei que não era uma parede e sim uma porta. A porta do nosso quarto que, aliás, já estávamos dentro.
Nos fitamos e sem desviar o olhar do meu, Christian tirou meu vestido puxando-o por cima da minha cabeça e arfou ao ver que eu não estava usando nenhuma roupa íntima por baixo.
— Surpresa, Mestre! – exclamei dando um sorriso malicioso e ele balançou a cabeça dando um sorriso divertido.
Ele me puxou para perto da cama mandando-me tirar apenas o sapato esquerdo. Mesmo achando estranho a ordem dele eu o obedeci, depois Christian apoiou meu pé esquerdo sobre a beirada da cama me fazendo ficar exposta para ele que logo se ajoelhou e me envolveu com sua boca.
Nos fitávamos enquanto sentia sua língua vasculhar a minha intimidade me levando ao paraíso. Ele deixou de lado o que estava fazendo e começou a subir beijando meu ventre, mas quando ele chegou aos seios, o detive.
— Christian, aí não – adverti séria e ele me olhou – Esta área está proibida para você, querido.
— Por quê?
— Por que estou amamentando e não quero ferir os seios, você me entende não é?
O vi suspirar conformado enquanto assentia com a cabeça, em agradecimento o puxei para um beijo. Fechei os olhos ao senti Christian enfiar dois dedos em mim.
— Abra os olhos, Anastasia – ele mandou e assim o fiz.
Christian começou a fazer um vai e vem e eu gemia enquanto que sua outra mão segurava firme meu cabelo. Acabei gozando em seus dedos que ele levou à boca e os chupou depois me deu para chupá-los também.
— Se masturbe – ele ordenou autoritário e se afastou de mim.
Tirei o outro sapato jogando ele em algum canto do quarto, subi na cama e fiquei de joelhos no meio dela então com o olhar fixo no dele, chupei o dedo do meio e o anelar e os guiei para minha vagina.
Gemia sedutoramente enquanto minha outra mão passeava pelo meu corpo. Christian se aproximou da cama agora já sem nenhuma peça de roupa no corpo e me mandou chupá-lo.
Permaneci de quatro enquanto brincava com seu membro já bastante duro e pulsante. Assim que o fiz gozar ele puxou meu queixo para cima e ficou me observando por alguns segundos depois se inclinou tomando-me os lábios. Me separei dele e sai da cama indo em direção ao closet, assim que voltei para o quarto, joguei para Christian uma caixinha de camisinha que eu tinha comprado.
— Você sabe que eu não gosto de usar isso – ele reclamou.
— Pois é bom o senhor começar a gostar, pois eu estava falando sério quando disse que os gêmeos serão os nossos únicos filhos.
Christian abriu a caixinha e pegou um preservativo fazendo careta. Peguei o pacote das mãos dele, o rasguei e coloquei a camisinha nele que logo em seguida me mandou ficar de quatro sobre a cama.
— Por que não de frente? – resmunguei bem manhosa rebolando meu quadril provocando-o.
— Por que vou querer morder seus seios e eu não posso fazer isso – ele falou enquanto subia na cama também – Quer baunilha ou duro?
— Sempre vou querer que me foda duramente – admiti com um sorriso safado e em seguida sem aviso nenhum ele me penetrou de uma só vez.
Dei um gritinho e mordi o lábio. Só de senti-lo me invadir por completo eu quase cheguei a gozar, mas quando Christian começou a se movimentar eu não me aguentei e gozei.
— Acho que terei que ensinar novamente uma moça a se controlar – ouvi ele dizer então o olhei por cima do ombro e encontrei Christian sorrindo.
— Vou adorar ser reeducada pelo senhor, Mestre.
Ele tirou seu membro de dentro de mim para em seguida enfiá-lo novamente. Duro. Minhas mãos apertavam o lençol da cama a cada investida que ele dava. Christian intensificou suas estocadas e o resultado não foi outro. Gozamos simultaneamente.
Eu sentia as gotas de suor vindas dele pingarem na minha costa o que causava-me leves arrepios. Ele me puxou para trás fazendo com ficássemos parcialmente sentados sobre a cama. Enquanto me recuperava do recém-orgasmo, Christian começou a chupar meu pescoço e suas mãos vagavam pelo meu corpo.
— Não! – briguei com ele batendo em sua mão que estava apertando um dos meus seios.
— Vou te castigar por ter me batido – Christian sussurrou ameaçadoramente.
Sua mão saiu de cima do meu peito e deslizou até o ponto acima onde ainda estávamos conectados. Seus hábeis dedos começaram a circular o meu clitóris que se encontrava inchado, dolorido e hipersensível após meus múltiplos orgasmos.
Segurei o pulso dele tentando fazer com que Christian parasse, mas ele apenas intensificou os movimentos e eu choraminguei mordendo o lábio. Não demorou muito e eu gozei fechando os olhos me encostando a ele extremamente sem força.
— Ana?
— Hum...
— Pensei que tivesse desmaiado – ele riu e eu neguei com a cabeça – Pronta para outra rodada? – perguntou-me então assenti sorrindo, mas começamos a escutar os choros dos gêmeos através da babá eletrônica.
— Acho que teremos que esperar para mais tarde – falei me levantando do seu colo e saindo da cama.
Vesti um robe curto de seda preta e vi Christian se levantar da cama indo em direção do banheiro então sai do quarto e fui ver o que meus menininhos queriam.
Assim que escutei o som do carro se aproximando, levantei do sofá e fui abrir a porta da entrada, logo Taylor estacionou o carro em frente à mansão e vi Christian descer do Tesla.
Ele sorriu de um jeito pervertido quando me viu, com certeza já pensando besteira então dei alguns passos à frente para dar passagem a Taylor que entrou na mansão.
— Acho que vou gostar dessa surpresa – Christian informou se aproximando de mim então o abracei.
— Como sempre não é, Mestre? – sussurrei em seu ouvido e ele me apertou contra seu corpo.
Christian se afastou um pouco de mim, mas não desfez nosso abraço. Pegou o celular dentro do bolso da calça, digitou um número e colocou o aparelho no ouvido. Ele circulou minha cintura com um dos braços me trazendo para perto dele e fiquei brincando com alguns fios do seu cabelo enquanto ele falava ao telefone.
Sorri ao ouvi-lo dizer para Amber que era para ela desmarcar qualquer compromisso no período da tarde, pois ele ficaria ocupado e não poderia voltar mais para a empresa hoje.
— Onde está Sophie? – perguntei assim que ele guardou o celular.
— A deixamos na faculdade, por isso que demorei um pouco para chegar, mas vamos falar de nós, Sra. Grey. Você sabe como fazer uma surpresa, pois está fodidamente sexy e deliciosa nesse vestido, minha ex-buchudinha.
Joguei a cabeça para trás em uma risada, mas logo o som do riso foi substituído por um gemido quando senti Christian beijar meu pescoço. Fechei os olhos e me deliciei com aquela sensação gostosa sentindo cada centímetro do meu corpo se estremecer ao toque dele, mas então lembrei que ainda estávamos em frente à mansão.
Enfiei uma das mãos em seu cabelo e puxei gentilmente fazendo com que Christian me olhasse. Apontei ao redor e ele entendeu o recado me soltando em seguida. Entramos abraçados na mansão então ele se afastou para tirar o seu casaco, mas logo me rodeou novamente com seus braços.
— Vamos para o quarto? – Christian perguntou roçando seus lábios nos meus.
— Vamos, mas primeiro quero te mostrar dois presentes. Vem, estão no quarto dos bebês.
— Tem que ser justo agora? Por que você não me dar a surpresa primeiro depois vamos ver os tais presentes – ele resmungou e eu sorri.
— É rapidinho, Christian. Depois sou toda sua. Vem – peguei a mão dele e subimos a escada.
O carpete vermelho ao longo do corredor abafava o som dos meus Louboutin exclusivos. Abri a porta devagar e pedi para que ele olhasse dentro dos berços, pois os presentes estavam lá. Sorri quando Christian me olhou pasmo após ter parado entre os dois berços.
— Eu sou apenas uma parte da surpresa, querido – sussurrei entrando no quarto e me aproximando dele – A outra parte são os nossos pequenos campeões que finalmente vieram para casa. Gostou?
— Como não posso gostar dessa surpresa? Agora nossa família está completa.
Ele segurou meu rosto entre suas mãos e capturou meus lábios. Logo suas mãos desceram pela lateral do meu corpo e se detiveram em minha bunda. Christian me puxou forte colando nossos corpos como se quisesse nos fundir num só corpo.
— Melhor sairmos daqui ou acabaremos acordando os gêmeos – adverti quando ele apertou meus glúteos por cima do vestido me fazendo gemer em sua boca e ele assentiu sondando-me com seus olhos que emanavam puro desejo.
Demos uma última olhada nos nossos pequenos e saímos. Mal fechei a porta do quarto dos bebês e Christian me puxou pela cintura fazendo com que minha costa se chocasse contra seu tórax. Seus lábios desceram ferozmente sobre meu pescoço, com certeza, deixando marcas em minha pele branquinha.
— Estava com saudades disso – admiti e me virei ficando de frente para ele.
O enlacei pelo pescoço e nossas bocas se uniram num beijo selvagem. Me senti sendo empurrada ao longo do corredor enquanto nos beijávamos intensamente. Minhas mãos percorriam o corpo dele já fazendo os tão conhecidos movimentos e logo seu paletó cinza escuro estava aberto, sua gravata azul escura já se encontrava desatada e sua camisa azul clara estava terminando de ser aberta por mim. As mãos dele desfizeram meu coque fazendo com que meus cabelos caíssem em ondas pelos meus ombros.
— Minha morena gostosa – ele gemeu.
De repente, Christian encostou-me à parede, me desvencilhei dele um pouco a procura de ar então notei que não era uma parede e sim uma porta. A porta do nosso quarto que, aliás, já estávamos dentro.
Nos fitamos e sem desviar o olhar do meu, Christian tirou meu vestido puxando-o por cima da minha cabeça e arfou ao ver que eu não estava usando nenhuma roupa íntima por baixo.
— Surpresa, Mestre! – exclamei dando um sorriso malicioso e ele balançou a cabeça dando um sorriso divertido.
Ele me puxou para perto da cama mandando-me tirar apenas o sapato esquerdo. Mesmo achando estranho a ordem dele eu o obedeci, depois Christian apoiou meu pé esquerdo sobre a beirada da cama me fazendo ficar exposta para ele que logo se ajoelhou e me envolveu com sua boca.
Nos fitávamos enquanto sentia sua língua vasculhar a minha intimidade me levando ao paraíso. Ele deixou de lado o que estava fazendo e começou a subir beijando meu ventre, mas quando ele chegou aos seios, o detive.
— Christian, aí não – adverti séria e ele me olhou – Esta área está proibida para você, querido.
— Por quê?
— Por que estou amamentando e não quero ferir os seios, você me entende não é?
O vi suspirar conformado enquanto assentia com a cabeça, em agradecimento o puxei para um beijo. Fechei os olhos ao senti Christian enfiar dois dedos em mim.
— Abra os olhos, Anastasia – ele mandou e assim o fiz.
Christian começou a fazer um vai e vem e eu gemia enquanto que sua outra mão segurava firme meu cabelo. Acabei gozando em seus dedos que ele levou à boca e os chupou depois me deu para chupá-los também.
— Se masturbe – ele ordenou autoritário e se afastou de mim.
Tirei o outro sapato jogando ele em algum canto do quarto, subi na cama e fiquei de joelhos no meio dela então com o olhar fixo no dele, chupei o dedo do meio e o anelar e os guiei para minha vagina.
Gemia sedutoramente enquanto minha outra mão passeava pelo meu corpo. Christian se aproximou da cama agora já sem nenhuma peça de roupa no corpo e me mandou chupá-lo.
Permaneci de quatro enquanto brincava com seu membro já bastante duro e pulsante. Assim que o fiz gozar ele puxou meu queixo para cima e ficou me observando por alguns segundos depois se inclinou tomando-me os lábios. Me separei dele e sai da cama indo em direção ao closet, assim que voltei para o quarto, joguei para Christian uma caixinha de camisinha que eu tinha comprado.
— Você sabe que eu não gosto de usar isso – ele reclamou.
— Pois é bom o senhor começar a gostar, pois eu estava falando sério quando disse que os gêmeos serão os nossos únicos filhos.
Christian abriu a caixinha e pegou um preservativo fazendo careta. Peguei o pacote das mãos dele, o rasguei e coloquei a camisinha nele que logo em seguida me mandou ficar de quatro sobre a cama.
— Por que não de frente? – resmunguei bem manhosa rebolando meu quadril provocando-o.
— Por que vou querer morder seus seios e eu não posso fazer isso – ele falou enquanto subia na cama também – Quer baunilha ou duro?
— Sempre vou querer que me foda duramente – admiti com um sorriso safado e em seguida sem aviso nenhum ele me penetrou de uma só vez.
Dei um gritinho e mordi o lábio. Só de senti-lo me invadir por completo eu quase cheguei a gozar, mas quando Christian começou a se movimentar eu não me aguentei e gozei.
— Acho que terei que ensinar novamente uma moça a se controlar – ouvi ele dizer então o olhei por cima do ombro e encontrei Christian sorrindo.
— Vou adorar ser reeducada pelo senhor, Mestre.
Ele tirou seu membro de dentro de mim para em seguida enfiá-lo novamente. Duro. Minhas mãos apertavam o lençol da cama a cada investida que ele dava. Christian intensificou suas estocadas e o resultado não foi outro. Gozamos simultaneamente.
Eu sentia as gotas de suor vindas dele pingarem na minha costa o que causava-me leves arrepios. Ele me puxou para trás fazendo com ficássemos parcialmente sentados sobre a cama. Enquanto me recuperava do recém-orgasmo, Christian começou a chupar meu pescoço e suas mãos vagavam pelo meu corpo.
— Não! – briguei com ele batendo em sua mão que estava apertando um dos meus seios.
— Vou te castigar por ter me batido – Christian sussurrou ameaçadoramente.
Sua mão saiu de cima do meu peito e deslizou até o ponto acima onde ainda estávamos conectados. Seus hábeis dedos começaram a circular o meu clitóris que se encontrava inchado, dolorido e hipersensível após meus múltiplos orgasmos.
Segurei o pulso dele tentando fazer com que Christian parasse, mas ele apenas intensificou os movimentos e eu choraminguei mordendo o lábio. Não demorou muito e eu gozei fechando os olhos me encostando a ele extremamente sem força.
— Ana?
— Hum...
— Pensei que tivesse desmaiado – ele riu e eu neguei com a cabeça – Pronta para outra rodada? – perguntou-me então assenti sorrindo, mas começamos a escutar os choros dos gêmeos através da babá eletrônica.
— Acho que teremos que esperar para mais tarde – falei me levantando do seu colo e saindo da cama.
Vesti um robe curto de seda preta e vi Christian se levantar da cama indo em direção do banheiro então sai do quarto e fui ver o que meus menininhos queriam.

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