CHRISTIAN
Quando entramos no elevador, notei que Ana se isolou bem atrás, em um dos cantos e fechou os olhos. Provavelmente, ela estava tentando ignorar a intensa lembrança de ontem à noite que aquele cubículo nos trazia, então peguei meu celular e comecei a digitar um e-mail provocativo para Anastasia.
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De: Christian Grey (christiangreycorporation@gmail.com)
Para: Anastasia K. Steele (anastasia.designer@gmail.com)
Data: 30 de novembro de 2013, 07:13
Assunto: Sobremesa
Pensando em alguma coisa, Srta. Steele? Quem sabe na nossa sobremesa de ontem, talvez?
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Assim que enviei voltei a fingir interesse na conversa do meu irmão que contava sobre as duas cirurgias de bacia que ele tinha feito essa madrugada.
Porém não conseguindo conter minha curiosidade para saber se ela tinha aberto ou não a mensagem, acabei a encarando e peguei Ana me observando, então sorri discretamente. Ela baixou o olhar para o aparelho em suas mãos e segundos depois tentou, em vão, ocultar um sorriso.
— Não é verdade, Christian? – escutei Elliot perguntar então voltei meu olhar para ele.
— É verdade sim – falei pouco me importando sobre o que diabos eu tinha confirmado, pois estava mais interessado na resposta da Ana, que logo chegou.
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De: Anastasia K. Steele (anastasia.designer@gmail.com)
Para: Christian Grey (christiangreycorporation@gmail.com)
Data: 30 de novembro de 2013, 07:16
Assunto: Diabética
Sr. Grey,
Não posso pensar em sobremesa, pois estou proibida, lembra-se? Mas até que gosto dessa proibição, já que comer doce ou “chupar muito pirulito” faz mal à saúde e eu não quero ficar diabética.
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Ergui o rosto e nossos olhares se encontraram. Ana estava de braços cruzados, me encarando desafiadoramente então guardei o celular no bolso e me aproximei dela, parando a sua frente.
— Gostou da resposta, Sr. Grey?
Me inclinei um pouco, sentindo sua respiração falhar por alguns segundos.
— Você não “chupou pirulito” ontem, então não ficará “diabética”, Sra. Duplo Sentido – sussurrei em seu ouvido e me aprumei novamente a vendo morder discretamente seu lábio inferior – Lembra que você sempre usava saia para momentos como esse? – indaguei tocando na fivela do cinto dela que logo empurrou minha mão para longe, fuzilando-me com o olhar.
— Eu não me lembro de nada – Ana rosnou num sussurro, meio emburrada, e saiu de perto de mim, pois as portas do elevador tinham se aberto.
ANASTASIA
A mansão estava uma loucura, pessoas andando de um lado para o outro tanto dentro da casa como no jardim. Enquanto as empregadas pegavam as malas, perguntei se tinham providenciado a arrumação de dois quartos de hóspedes e uma delas me informou que já estava tudo pronto.
— Bom dia, meninos – Carla nos cumprimentou enquanto descia a escada acompanhada por Elena que segurava alguns sacos de roupas, talvez fossem os vestidos para o casamento.
— Elena?! – exclamaram Christian e Elliot, meio surpresos.
— Vocês se conhecem? – Kate perguntou olhando de um para o outro, desconfiada.
— E quem não conhece os irmãos Grey? – disse Elena sorrindo.
— Eu não conhecia. Qual é a graça, gente? – Andrea murmurou já emburrada, pois ela não gostava muito quando nós ríamos dela – Cadê o papai?
— No escritório dele – Carla informou – Trabalhando como sempre, vocês sabem.
— Não vivo só de trabalho – exclamou meu pai aparecendo no hall – Bom dia, minhas princesas. Anastasia, como está seu pé?
— Perfeito para uma dança com o noivo. Pai. Carla. Quero que conheçam nossos amigos. Este é o Christian, o irmão dele Elliot e aquele é o Luke, meu colega de trabalho. Meninos, este é o nosso pai Raymond, nossa futura madrasta Carla e Elena, uma amiga da nossa família – falei e eles apertaram as mãos.
— Bom, gente, eu preciso ir – informou Elena e se despediu de nós depois olhou em direção a Christian – Foi ótimo te ver de novo.
— Para mim também – ele disse, mas percebi que aquilo não havia sido tão sincero como deveria ser.
— Vamos comer galera, pois estou faminta! – exclamou Kate então saímos rumo à cozinha, mas Christian agarrou meu braço e me puxou para trás.
— Porque a Elena estava aqui?
— A filha dela é noiva do filho da Carla. Por que a pergunta? Pensei que você e ela fossem amigos?
— Éramos até a Leila aparecer, mas...
— Ah claro. Por que não suspeitei que a Leila tivesse envolvida nisso? – indaguei, o interrompendo em deboche.
— Você não gosta da minha falecida esposa. Posso saber o motivo?
— Tenho vários e o principal deles é que ela apareceu no meu trabalho e começou a dizer um monte de coisas para mim. Depois eu soube que a Elena havia contado sobre nós para a Leila. Sua esposa devia ter se sentido ameaçada ou coisa parecida e foi tirar satisfação comigo. Já que tocamos nesse assunto. Foi você que mandou dois policiais aqui para me interrogarem sobre sua esposa?
— Não, mas a polícia de Seattle estava investigando a hipótese de que o acidente tenha sido intencional. O que você disse a eles?
— A verdade é claro.
— Que seria?
— Eu não gostava da Leila e muito menos de você.
— Eles te procuraram novamente?
— Não.
— Ei vocês dois, não vão vir não? – disse Andrea aparecendo no hall – Oh desculpe. Não queria atrapalhar os pombinhos.
— Ai garota, não viaja – murmurei passando por ela e dando um empurrão em seu ombro.
— ...e o senhor nem sabe, pai, mas a Ana é um desastre na cozinha.
— Deixa de mentir, Kate. Pelo menos eu sei fritar um ovo sem que ele queime, ao contrário de certas pessoas – falei me sentando à mesa e Christian sentou-se na cadeira ao meu lado – Carla onde estão Maycon e Suzanna?
— Saíram cedo para resolverem algumas coisas do casamento deles. Amor, poderia me passar o adoçante? Obrigada, querido.
— Então me falem um pouco de vocês, rapazes – disse meu pai encarando os meninos.
Nosso café da manhã se seguiu em meio a um sutil interrogatório sobre a vida de Luke, Elliot e Christian.
Dei graças a Deus quando terminamos e subimos para os quartos a fim de descansar, pois segundo Carla, não precisávamos ajudá-la nos preparativos já que os mesmos estavam bem encaminhados.
O casamento estava marcado para dar início às seis da tarde, pois a noiva queria como plano de fundo o magnífico pôr-do-sol do litoral de West Vancouver.
Por volta das cinco e meia os convidados começaram a chegar em seus carros e como Carla tinha pensado em tudo, havia um estacionamento particular para que eles pudessem estacionar os veículos.
Após ter colocado meu vestido longo em tule de mangas compridas na cor azul todo adornado em renda preta, e de ter olhado pela décima vez no espelho a fim de garantir que o enorme decote atrás do vestido não mostrasse minha calcinha.
Prendi meu cabelo de lado, passei um batom vermelho e o delineador preto marcando meus olhos claros, depois sai quarto e desci.
Encontrei Suzanna, meu pai e Christian conversando próximo à porta que dava acesso ao jardim, o último me olhou e deu um sorriso discreto quando parei ao lado dele. Os músicos deram início a uma melodia suave então Christian ofereceu o braço à Suzanna e os dois saíram para o jardim.
— Gostei do Grey – meu pai sussurrou enquanto esperávamos nossa vez de sair – Ele me parece ser o homem perfeito para ser o seu marido, filha.
Sorri mentalmente devido a ironia daquilo.
“Christian... perfeito? É claro que não. Ninguém é perfeito. Nem eu e muito menos ele”
— Pai, não começa, por favor. O senhor sabe que não vou me casar.
— Então não vai dar nenhum neto aqui para o seu velho?
— Não. E nem conte com a Kate ou com a Andrea, pois elas também não pensam em casamento, muito menos em ter filhos.
— Meu Deus! Os Steele entrarão em extinção! – ele exclamou extremamente dramático.
Coloquei um sorriso no rosto e o puxei, pois nossa hora de ir havia chegado. Adentramos o jardim e seguimos lentamente até o altar adornado de flores montado especialmente para os noivos.
Assim que deixei meu pai em seu lugar segui para o meu, parando ao lado de Christian. Percebi ele um pouco estranho, meio absorto em seus pensamentos. Talvez estivesse pensando em Leila e no seu próprio casamento.
Inesperadamente, a música mudou e a marcha nupcial fez-se ouvir. Carla e Maycon apareceram no jardim. Maycon estava para explodir de tanto orgulho quando entregou a mão da mãe dele ao meu pai.
Subi o grau do altar para pegar o buquê de Carla depois retornei para o lado de Christian então o padre deu início à cerimônia.
Meu pai chorou sutilmente durante os votos, a troca das alianças e a assinatura dos papéis. Depois do beijo oficial, os noivos saíram seguidos por Maycon e Suzanna depois por mim e Christian.
Meu pai e Carla entraram na mansão enquanto que nós e os convidados nos dirigimos para a parte do jardim onde estavam localizadas as mesas. Após os noivos retornarem e dançarem a valsa, a pista foi liberada para os convidados.
Quando entramos no elevador, notei que Ana se isolou bem atrás, em um dos cantos e fechou os olhos. Provavelmente, ela estava tentando ignorar a intensa lembrança de ontem à noite que aquele cubículo nos trazia, então peguei meu celular e comecei a digitar um e-mail provocativo para Anastasia.
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De: Christian Grey (christiangreycorporation@gmail.com)
Para: Anastasia K. Steele (anastasia.designer@gmail.com)
Data: 30 de novembro de 2013, 07:13
Assunto: Sobremesa
Pensando em alguma coisa, Srta. Steele? Quem sabe na nossa sobremesa de ontem, talvez?
Christian Grey
CEO da Grey Corporation
Assim que enviei voltei a fingir interesse na conversa do meu irmão que contava sobre as duas cirurgias de bacia que ele tinha feito essa madrugada.
Porém não conseguindo conter minha curiosidade para saber se ela tinha aberto ou não a mensagem, acabei a encarando e peguei Ana me observando, então sorri discretamente. Ela baixou o olhar para o aparelho em suas mãos e segundos depois tentou, em vão, ocultar um sorriso.
— Não é verdade, Christian? – escutei Elliot perguntar então voltei meu olhar para ele.
— É verdade sim – falei pouco me importando sobre o que diabos eu tinha confirmado, pois estava mais interessado na resposta da Ana, que logo chegou.
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De: Anastasia K. Steele (anastasia.designer@gmail.com)
Para: Christian Grey (christiangreycorporation@gmail.com)
Data: 30 de novembro de 2013, 07:16
Assunto: Diabética
Sr. Grey,
Não posso pensar em sobremesa, pois estou proibida, lembra-se? Mas até que gosto dessa proibição, já que comer doce ou “chupar muito pirulito” faz mal à saúde e eu não quero ficar diabética.
Anastasia K. Steele
Designer e Paisagista da W. Design
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Ergui o rosto e nossos olhares se encontraram. Ana estava de braços cruzados, me encarando desafiadoramente então guardei o celular no bolso e me aproximei dela, parando a sua frente.
— Gostou da resposta, Sr. Grey?
Me inclinei um pouco, sentindo sua respiração falhar por alguns segundos.
— Você não “chupou pirulito” ontem, então não ficará “diabética”, Sra. Duplo Sentido – sussurrei em seu ouvido e me aprumei novamente a vendo morder discretamente seu lábio inferior – Lembra que você sempre usava saia para momentos como esse? – indaguei tocando na fivela do cinto dela que logo empurrou minha mão para longe, fuzilando-me com o olhar.
— Eu não me lembro de nada – Ana rosnou num sussurro, meio emburrada, e saiu de perto de mim, pois as portas do elevador tinham se aberto.
ANASTASIA
A mansão estava uma loucura, pessoas andando de um lado para o outro tanto dentro da casa como no jardim. Enquanto as empregadas pegavam as malas, perguntei se tinham providenciado a arrumação de dois quartos de hóspedes e uma delas me informou que já estava tudo pronto.
— Bom dia, meninos – Carla nos cumprimentou enquanto descia a escada acompanhada por Elena que segurava alguns sacos de roupas, talvez fossem os vestidos para o casamento.
— Elena?! – exclamaram Christian e Elliot, meio surpresos.
— Vocês se conhecem? – Kate perguntou olhando de um para o outro, desconfiada.
— E quem não conhece os irmãos Grey? – disse Elena sorrindo.
— Eu não conhecia. Qual é a graça, gente? – Andrea murmurou já emburrada, pois ela não gostava muito quando nós ríamos dela – Cadê o papai?
— No escritório dele – Carla informou – Trabalhando como sempre, vocês sabem.
— Não vivo só de trabalho – exclamou meu pai aparecendo no hall – Bom dia, minhas princesas. Anastasia, como está seu pé?
— Perfeito para uma dança com o noivo. Pai. Carla. Quero que conheçam nossos amigos. Este é o Christian, o irmão dele Elliot e aquele é o Luke, meu colega de trabalho. Meninos, este é o nosso pai Raymond, nossa futura madrasta Carla e Elena, uma amiga da nossa família – falei e eles apertaram as mãos.
— Bom, gente, eu preciso ir – informou Elena e se despediu de nós depois olhou em direção a Christian – Foi ótimo te ver de novo.
— Para mim também – ele disse, mas percebi que aquilo não havia sido tão sincero como deveria ser.
— Vamos comer galera, pois estou faminta! – exclamou Kate então saímos rumo à cozinha, mas Christian agarrou meu braço e me puxou para trás.
— Porque a Elena estava aqui?
— A filha dela é noiva do filho da Carla. Por que a pergunta? Pensei que você e ela fossem amigos?
— Éramos até a Leila aparecer, mas...
— Ah claro. Por que não suspeitei que a Leila tivesse envolvida nisso? – indaguei, o interrompendo em deboche.
— Você não gosta da minha falecida esposa. Posso saber o motivo?
— Tenho vários e o principal deles é que ela apareceu no meu trabalho e começou a dizer um monte de coisas para mim. Depois eu soube que a Elena havia contado sobre nós para a Leila. Sua esposa devia ter se sentido ameaçada ou coisa parecida e foi tirar satisfação comigo. Já que tocamos nesse assunto. Foi você que mandou dois policiais aqui para me interrogarem sobre sua esposa?
— Não, mas a polícia de Seattle estava investigando a hipótese de que o acidente tenha sido intencional. O que você disse a eles?
— A verdade é claro.
— Que seria?
— Eu não gostava da Leila e muito menos de você.
— Eles te procuraram novamente?
— Não.
— Ei vocês dois, não vão vir não? – disse Andrea aparecendo no hall – Oh desculpe. Não queria atrapalhar os pombinhos.
— Ai garota, não viaja – murmurei passando por ela e dando um empurrão em seu ombro.
— ...e o senhor nem sabe, pai, mas a Ana é um desastre na cozinha.
— Deixa de mentir, Kate. Pelo menos eu sei fritar um ovo sem que ele queime, ao contrário de certas pessoas – falei me sentando à mesa e Christian sentou-se na cadeira ao meu lado – Carla onde estão Maycon e Suzanna?
— Saíram cedo para resolverem algumas coisas do casamento deles. Amor, poderia me passar o adoçante? Obrigada, querido.
— Então me falem um pouco de vocês, rapazes – disse meu pai encarando os meninos.
Nosso café da manhã se seguiu em meio a um sutil interrogatório sobre a vida de Luke, Elliot e Christian.
Dei graças a Deus quando terminamos e subimos para os quartos a fim de descansar, pois segundo Carla, não precisávamos ajudá-la nos preparativos já que os mesmos estavam bem encaminhados.
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O casamento estava marcado para dar início às seis da tarde, pois a noiva queria como plano de fundo o magnífico pôr-do-sol do litoral de West Vancouver.
Por volta das cinco e meia os convidados começaram a chegar em seus carros e como Carla tinha pensado em tudo, havia um estacionamento particular para que eles pudessem estacionar os veículos.
Após ter colocado meu vestido longo em tule de mangas compridas na cor azul todo adornado em renda preta, e de ter olhado pela décima vez no espelho a fim de garantir que o enorme decote atrás do vestido não mostrasse minha calcinha.
Prendi meu cabelo de lado, passei um batom vermelho e o delineador preto marcando meus olhos claros, depois sai quarto e desci.
Encontrei Suzanna, meu pai e Christian conversando próximo à porta que dava acesso ao jardim, o último me olhou e deu um sorriso discreto quando parei ao lado dele. Os músicos deram início a uma melodia suave então Christian ofereceu o braço à Suzanna e os dois saíram para o jardim.
— Gostei do Grey – meu pai sussurrou enquanto esperávamos nossa vez de sair – Ele me parece ser o homem perfeito para ser o seu marido, filha.
Sorri mentalmente devido a ironia daquilo.
“Christian... perfeito? É claro que não. Ninguém é perfeito. Nem eu e muito menos ele”
— Pai, não começa, por favor. O senhor sabe que não vou me casar.
— Então não vai dar nenhum neto aqui para o seu velho?
— Não. E nem conte com a Kate ou com a Andrea, pois elas também não pensam em casamento, muito menos em ter filhos.
— Meu Deus! Os Steele entrarão em extinção! – ele exclamou extremamente dramático.
Coloquei um sorriso no rosto e o puxei, pois nossa hora de ir havia chegado. Adentramos o jardim e seguimos lentamente até o altar adornado de flores montado especialmente para os noivos.
Assim que deixei meu pai em seu lugar segui para o meu, parando ao lado de Christian. Percebi ele um pouco estranho, meio absorto em seus pensamentos. Talvez estivesse pensando em Leila e no seu próprio casamento.
Inesperadamente, a música mudou e a marcha nupcial fez-se ouvir. Carla e Maycon apareceram no jardim. Maycon estava para explodir de tanto orgulho quando entregou a mão da mãe dele ao meu pai.
Subi o grau do altar para pegar o buquê de Carla depois retornei para o lado de Christian então o padre deu início à cerimônia.
Meu pai chorou sutilmente durante os votos, a troca das alianças e a assinatura dos papéis. Depois do beijo oficial, os noivos saíram seguidos por Maycon e Suzanna depois por mim e Christian.
Meu pai e Carla entraram na mansão enquanto que nós e os convidados nos dirigimos para a parte do jardim onde estavam localizadas as mesas. Após os noivos retornarem e dançarem a valsa, a pista foi liberada para os convidados.

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