quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

My Sugar Daddy - Capítulo 11


CHRISTIAN


A muito custo, desgrudei da boca gostosa da Anastasia e a fiz deitar de ladinho de novo, já guiando meu pau para dentro daquela boceta quente e deliciosa à medida que eu distribuía beijos no pescoço da Ana, subindo pelo queixo dela.

— Isso é tão bom... – ela gemeu, com uma carinha que demonstrava todo o tesão que a mesma estava sentindo naquele momento.

— É? Você gosta do meu pau em sua bocetinha, gosta? – inquiri no ouvido dela, já mordendo sua orelha.

— Uhum... Gosto muito. Quero ele para mim para sempre.

— Que safadinha você é – murmurei descendo um tapa, de leve ainda, na lateral da polpa da bunda da Anastasia e a mesma, que antes se encontrava de olhos fechados, me encarou.

— Não sabia que você gostava de tapinhas.

— Ah, eu posso ser muito romântico e também muito safadão – comentei, fazendo ela rir, mas logo seu riso foi substituído por um gemido profundo quando eu comecei a me mover dentro dela.

Capturei seus lábios novamente e segui tirando e pondo meu pau lentamente nela, saboreando cada centímetro daquela boceta que estava deixando meu pau cada vez mais lubrificado com sua própria lubrificação interna.

— Me mostra o Christian safadão, por favor – Ana implorou contra nossas bocas, num tom de voz tão manhoso e sexy que nenhum homem seria capaz de não ceder para uma mulher falando assim.

— Seu pedido é uma ordem, minha gostosa – falei então segurei o quadril dela e comecei estocar com vontade, fazendo o quarto ser inundado por gemidos mais altos vindo da Anastasia.

— Mais... – ela dizia, então deduzi que a mesma queria que eu metesse mais forte e rápido.

Usando uma das minhas pernas de apoio para ajudar na movimentação do meu quadril, passei a intensificar ainda mais meu vai e vem dentro dela. Aquilo deixou nós dois loucos e acabei segurando a Ana, trazendo ela para mim, apertando um dos seus mamilos.

— Oh, meu Deus... Christian... – Anastasia gemeu, quase que gritando, à medida que eu sentia sua boceta me apertar repetidamente.

— Mastiga meu pau, vai delícia... Isso, gostosa... – rosnei contra o ouvido dela.

Ela soltou outro gemido alto e meu pau foi envolvido por algo quente. Ana havia acabado de explodir em um gozo e o meu estava logo atrás.

— Vou te encher de porra, minha gostosa – dizendo isso, a inundei com meu gozo, gemendo em seu ouvido, desacelerando aos poucos meus movimentos até cessá-los, ficando parado, apenas saboreando o momento.

Ficamos ali, imóveis, ouvindo nossos respirações ofegantes ecoar baixo pelo quarto. Com a ponta dos dedos, tracei delicadamente uma linha pela lateral do corpo dela, vendo-a se contrair um pouco e me encarar, buscando já meus lábios. Em meio ao nosso beijo, desci de novo minha mão e segurei sua perna, levantando-a.

— Fica com ela assim – pedi num murmuro e Anastasia assentiu.

Voltei a fodê-la e nossos gemidos retornaram mais intensos. Em dado momento, levei minha mão para a boceta dela, masturbando seu pequeno clitóris que se encontrava bem inchadinho, proporcionando outro orgasmo em Ana. Mas fui pego de surpresa quando, segundos depois de gozar, ela se afastou de mim.

Entretanto, a mesma se virou e me empurrou, já montando sobre mim, usando sua mão para guiar meu pau para dentro dela novamente. Deixei Anastasia cavalgar do jeito que ela queria e foquei minhas mãos em seus seios, massageando-os, apertando-os e dando leves beliscões nos biquinhos.

Tudo isso deixava Ana mais frenética em seu rebolado e consequentemente me deixava doido de tesão ao sentir a fricção mais forte entre a boceta dela e o meu pau. A puxei então para um beijo, sem fazer com que Anastasia parasse de rebolar, e após dar alguns tapas na sua bunda, direcionei um dos meus dedos para o seu outro buraquinho.

O circulei, fazendo apenas um pouco de pressão contra ele, mas não introduzi o dedo. Nunca fui de fazer sexo anal nas mulheres que namorei, mas sabia o efeito de que uma provocada superficial naquele lugar proporcionava então eu sempre usava essa tática para mulher sentir o máximo de tesão possível.

Ana foi diferente, a mesma não chegou a gozar com a maioria, mais a sentir me apertar mais forte com sua boceta. Desferi então mais alguns tapas nas nádegas dela antes de a envolver em meus braços e me sentar, já aproveitando a posição para abocanhar um dos seios, chupando e intercalando entre um e outro, arrancando mais gemidos da Anastasia.

Segundos depois, sentir ela mastigar freneticamente meu pau e gozamos juntos, com Ana gemendo meu nome, me beijando em seguida. Ela lentamente foi parando de cavalgar até ficar imóvel sobre meu colo.

— Espero não termos acordado a sua mãe. Se ela me acha uma “Puta” agora então é que subirei de nível na lista dela. Ou será que descerei? – Anastasia indagou, já rindo, fazendo com que eu risse também e desse um selinho nela.

— Minha mãe dorme no andar debaixo. Estamos sozinhos neste andar, minha flor de laranjeira. Vamos banhar? – inquiri e ela assentiu, sorrindo, mas de repente Ana olhou para um ponto abaixo no meu rosto e eu sabia muito bem para onde a mesma olhava – É a minha cicatriz da cirurgia de tireóide.

— Só agora que eu percebi ela – Anastasia comentou me encarando nos olhos enquanto passava seus dedos, de modo sutil, por sobre a marca quase que imperceptível na base do meu pescoço.

— Sim. Eu, graças a Deus, tive uma boa cicatrização e a minha cicatriz só dar para perceber bem de perto mesmo – informei, sorrindo ao ouvi-la dizer um “Você é incrível” – Incrível é o dia que vamos viver hoje. Mas, primeiro, vamos para o banheiro, porque já já deve amanhecer – murmurei, já me saindo da cama com ela atracada em meu colo ainda.


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