ANASTASIA
Eu sabia que a Jillian era a melhor, mas mesmo assim eu fiquei mega surpresa ao ver o cinema. O mesmo era como se fosse uma nave também, com poltronas pretas e um telão grande.
“Ana, você se fudeu lindamente, mulher!”
“Acabou de perder o marido para esse cinema”
“Christian não vai querer sair daqui de dentro, nem amarrado” pensei, rindo comigo mesma.
Jill explicou então que tiveram que rebaixar mais o piso do porão para que o teto não ficasse muito baixo.
— Não tem risco da casa cair não, né? – inquiri em tom de brincadeira, fazendo Jillian sorrir.
— Não se preocupe, amiga. O porão foi todo reforçado e isolado acusticamente.
— Que bom.
— Vamos ver o escritório do seu marido?
Assenti e chamei por Christian, que parecia uma criança que tinha acabado de ganhar um brinquedo novo, fazendo caras e bocas, principalmente quando o mesmo viu o santuário particular dele.
— Essa antessala é para você guardar seus itens colecionáveis.
— Onde você achou todas essas preciosidades? Porque eu já tentei achar uma loja aqui na cidade que vendesse isso e não tem. Só virtual mesmo – Christian indagou enquanto admirava os bonecos nas prateleiras.
— Eu pedi para ela trazer tudo de Nova York, querido – informei, sorrindo.
— Infelizmente, não consegui comprar a coleção completa que estava sendo leiloada.
— Está tudo bem, amiga. Isso já basta para ele iniciar a própria coleção, não é amor?
Christian apenas assentiu, alheio novamente a nós, fazendo rir.
— Nunca pensei em ver a nossa Aninha Trepadeira Steele casada, grávida e apaixonada ao ponto de babar só de olhar para um homem.
— Nem eu, mas aconteceu – comentei, sorrindo, ainda observando o meu marido.
— O que ele tem que os outros caras não tinha?
— Um pau gostoso de 22cm – anunciei baixinho, já vendo Jill me olhar espantada.
— Mentira, né?
Apenas ri e me afastei dela, aproximando-me de Christian.
— Gostou, querido?
— Eu amei, amor. Amei demais. Muito obrigado – ele falou, segurando meu rosto, já me beijando intensamente.
— Vamos ver o escritório? Depois vocês podem começar a sua lua de mel – Jillian murmurou, rindo, passando por nós – Depois dessa porta aqui, fica seu escritório com essa mesa personalizada.
— Que mesa linda... – Christian comentou.
— Você acha? – inquiri ao mesmo, fazendo uma careta.
— Sim. Você não acha?
— Com certeza, não. Vai ser bem estranho transar em cima dela com esse cara aí olhando – ressaltei e tanto ele quanto minha amiga riram.
— Achei que você gostasse de Voyeurismo, Ana.
— Com gente viva, Jill. Não morta como aquilo.
— Ele não está morto, amor. Você vai ver quando assistir ao filme – Christian disse, beijando minha têmpora – É só isso? Porque eu acho que o meu coração não aguenta mais surpresas.
— É só isso mesmo – Jillian informou.
— Chega de presentes. Você já ganhou presente pra vida toda, querido – comentei, rindo.
Retornamos para o andar de cima e ficamos conversamos com a Jill por alguns minutos até o Uber dela chegar para buscá-la, então a acompanhamos até a porta da frente.
— Foi um prazer conhecer você, Christian – minha amiga falou, dando um meio abraço nele, já vindo me abraçar – Tchau, Ana. E se acaba no seus 22cm de gostosura – ela sussurrou a última parte no meu ouvido, fazendo-me rir.
— Pode deixar, amiga. Tchau. Assim que der vou visitar vocês lá em Nova York.
— Vá mesmo. O pessoal precisa ver a nova Anastasia.
Sorri e a abracei novamente, já a informando de que eu ia buscá-la no hotel amanhã, para levá-la até o aeroporto. Jillian assentiu, dando um sorriso, antes partir. Christian me puxou para dentro de casa, trancando a porta, e começou a me beijar, fazendo meu tesão nas alturas.
— Vamos para o cinema, meu gostoso? – perguntei, beijando seu pescoço.
— Achei que você quisesse transar na nossa lua de mel.
— Ah, mas eu quero... lá no cinema enquanto tentamos assistir a um dos seus filmes favoritos – murmurei, o encarando bem safadinha, mordendo o canto do meu lábio.
— Ok, minha buchudinha gostosa – ele disse, sorrindo.
Trancamos toda a casa e descemos novamente para o porão, indo para o cinema. Eu levava comigo uma manta grossa para o caso desse frio na gente, já Christian empunhava um balde de pipoca e uma garrafa de água. Nos sentamos na primeira fileira de poltronas e meu marido gostoso escolheu um dos filmes da franquia que ele gostava e colocou para passar. Joguei a manta sobre os nossos colos e me apoiei no braço da poltrona, recostando minha cabeça no ombro do Christian.
Começamos a assistir o filme normalmente, mas depois de alguns minutos, eu levei minha mão até a calça do Christian. Ainda com os meus olhos voltado para o telão, eu fui abrindo o botão e depois o zíper da calça dele, já puxando para fora aquele monumento de carne.
Christian tentava assistir ao filme, mas de vez em quando, quando eu massageava mais forte o seu pau, ele fechava os olhos, soltando um gemido profundo. Tirei então a manta de cima de nós e me ajoelhei na frente dele, entre suas pernas, já abocanhando com vontade aquele pau, levando ele ao delírio.
Eu o maltratava freneticamente, o sugando bem forte, babando bem a cabeça do pau e assoprando em seguida, causando-lhe arrepios. Christian então enfiou suas mãos no meu cabelo, gemendo cada vez mais alto. Mesmo ele forçando minha cabeça de encontro ao seu pau, eu consegui tirá-la, pois não queria que ele gozasse agora em minha boca, já que eu tinha outros planos em mente.
Eu sabia que a Jillian era a melhor, mas mesmo assim eu fiquei mega surpresa ao ver o cinema. O mesmo era como se fosse uma nave também, com poltronas pretas e um telão grande.
“Acabou de perder o marido para esse cinema”
“Christian não vai querer sair daqui de dentro, nem amarrado” pensei, rindo comigo mesma.
Jill explicou então que tiveram que rebaixar mais o piso do porão para que o teto não ficasse muito baixo.
— Não tem risco da casa cair não, né? – inquiri em tom de brincadeira, fazendo Jillian sorrir.
— Não se preocupe, amiga. O porão foi todo reforçado e isolado acusticamente.
— Que bom.
— Vamos ver o escritório do seu marido?
Assenti e chamei por Christian, que parecia uma criança que tinha acabado de ganhar um brinquedo novo, fazendo caras e bocas, principalmente quando o mesmo viu o santuário particular dele.
— Onde você achou todas essas preciosidades? Porque eu já tentei achar uma loja aqui na cidade que vendesse isso e não tem. Só virtual mesmo – Christian indagou enquanto admirava os bonecos nas prateleiras.
— Eu pedi para ela trazer tudo de Nova York, querido – informei, sorrindo.
— Infelizmente, não consegui comprar a coleção completa que estava sendo leiloada.
— Está tudo bem, amiga. Isso já basta para ele iniciar a própria coleção, não é amor?
Christian apenas assentiu, alheio novamente a nós, fazendo rir.
— Nunca pensei em ver a nossa Aninha Trepadeira Steele casada, grávida e apaixonada ao ponto de babar só de olhar para um homem.
— Nem eu, mas aconteceu – comentei, sorrindo, ainda observando o meu marido.
— O que ele tem que os outros caras não tinha?
— Um pau gostoso de 22cm – anunciei baixinho, já vendo Jill me olhar espantada.
— Mentira, né?
Apenas ri e me afastei dela, aproximando-me de Christian.
— Gostou, querido?
— Eu amei, amor. Amei demais. Muito obrigado – ele falou, segurando meu rosto, já me beijando intensamente.
— Vamos ver o escritório? Depois vocês podem começar a sua lua de mel – Jillian murmurou, rindo, passando por nós – Depois dessa porta aqui, fica seu escritório com essa mesa personalizada.
— Você acha? – inquiri ao mesmo, fazendo uma careta.
— Sim. Você não acha?
— Com certeza, não. Vai ser bem estranho transar em cima dela com esse cara aí olhando – ressaltei e tanto ele quanto minha amiga riram.
— Achei que você gostasse de Voyeurismo, Ana.
— Com gente viva, Jill. Não morta como aquilo.
— Ele não está morto, amor. Você vai ver quando assistir ao filme – Christian disse, beijando minha têmpora – É só isso? Porque eu acho que o meu coração não aguenta mais surpresas.
— É só isso mesmo – Jillian informou.
— Chega de presentes. Você já ganhou presente pra vida toda, querido – comentei, rindo.
Retornamos para o andar de cima e ficamos conversamos com a Jill por alguns minutos até o Uber dela chegar para buscá-la, então a acompanhamos até a porta da frente.
— Foi um prazer conhecer você, Christian – minha amiga falou, dando um meio abraço nele, já vindo me abraçar – Tchau, Ana. E se acaba no seus 22cm de gostosura – ela sussurrou a última parte no meu ouvido, fazendo-me rir.
— Pode deixar, amiga. Tchau. Assim que der vou visitar vocês lá em Nova York.
— Vá mesmo. O pessoal precisa ver a nova Anastasia.
Sorri e a abracei novamente, já a informando de que eu ia buscá-la no hotel amanhã, para levá-la até o aeroporto. Jillian assentiu, dando um sorriso, antes partir. Christian me puxou para dentro de casa, trancando a porta, e começou a me beijar, fazendo meu tesão nas alturas.
— Vamos para o cinema, meu gostoso? – perguntei, beijando seu pescoço.
— Achei que você quisesse transar na nossa lua de mel.
— Ah, mas eu quero... lá no cinema enquanto tentamos assistir a um dos seus filmes favoritos – murmurei, o encarando bem safadinha, mordendo o canto do meu lábio.
— Ok, minha buchudinha gostosa – ele disse, sorrindo.
Trancamos toda a casa e descemos novamente para o porão, indo para o cinema. Eu levava comigo uma manta grossa para o caso desse frio na gente, já Christian empunhava um balde de pipoca e uma garrafa de água. Nos sentamos na primeira fileira de poltronas e meu marido gostoso escolheu um dos filmes da franquia que ele gostava e colocou para passar. Joguei a manta sobre os nossos colos e me apoiei no braço da poltrona, recostando minha cabeça no ombro do Christian.
Começamos a assistir o filme normalmente, mas depois de alguns minutos, eu levei minha mão até a calça do Christian. Ainda com os meus olhos voltado para o telão, eu fui abrindo o botão e depois o zíper da calça dele, já puxando para fora aquele monumento de carne.
Christian tentava assistir ao filme, mas de vez em quando, quando eu massageava mais forte o seu pau, ele fechava os olhos, soltando um gemido profundo. Tirei então a manta de cima de nós e me ajoelhei na frente dele, entre suas pernas, já abocanhando com vontade aquele pau, levando ele ao delírio.
Eu o maltratava freneticamente, o sugando bem forte, babando bem a cabeça do pau e assoprando em seguida, causando-lhe arrepios. Christian então enfiou suas mãos no meu cabelo, gemendo cada vez mais alto. Mesmo ele forçando minha cabeça de encontro ao seu pau, eu consegui tirá-la, pois não queria que ele gozasse agora em minha boca, já que eu tinha outros planos em mente.

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