ANASTASIA
— O que foi? Porque parou? – inquiri, impaciente.
— Eu não lembro onde coloquei aquele spray que você me deu...
— Hoje você vai me foder sem a ajuda do spray – informei em um tom bem sexy enquanto me mexia sobre seu colo para senti-lo, mas Christian me fez parar.
— Mas eu ainda não estou curado, Ana.
— Christian, para com esse negativismo, pelo amor de Deus! Você está indo bem no tratamento. Tenha um pouco de fé em si mesmo, ok?
Ele balançou a cabeça, concordando, já voltando a ser o Christian tarado.
— Quer conhecer o meu quarto, gostosa? – ele perguntou, me olhando safadamente.
“Se eu queria? Porra, eu tô quase afastando a calcinha para o lado para ele me foder aqui mesmo nesse sofá e o cara vem ainda me perguntar se eu quero conhecer o quarto. Bem que eu poderia dizer não e deixar o Christian doido, porque duro ele já está”
— Pensei que você nunca fosse me convidar – debochei cinicamente, dando uma mordidinha no canto do meu lábio, vendo o olhar de Christian repousar-se ali, antes do mesmo enfiar sua mão em meus cabelos e me puxar para um beijo ardente.
Segundos depois, Christian me ajeitou no seu colo e se levantou, subindo cuidadosamente a escada enquanto eu estava com a cabeça enfiada em seu pescoço, me divertindo com aquela área, beijando e chupando.
Mal entramos no singelo quarto, com decoração meio em vintage, e Christian logo me jogou na cama, deitando-se ao meu lado, já capturando meus lábios à medida que sua mão descia pelo meu ventre até alcançar e acariciar minha boceta sob o fino tecido da calcinha.
— Já está toda meladinha, né sua safadinha?
Comecei a rir, mas parei no momento que Christian enfiou dois dedos em mim, tocando-me no ponto exato.
— Acho que achei o seu ponto G, baby – ele sussurrou bem sexy no meu ouvido enquanto começava a movimentar os seus dedos, me levando a um orgasmo em questão de segundos.
“Senhor, se eu for morrer algum dia, que seja tendo um orgasmo nas mãos desse homem gostoso”
— Nossa, como sabia onde era o meu ponto G? – questionei, ainda ofegante e meio lesada.
— Para quem não consegue dar um orgasmo através da penetração, eu deveria pelo menos saber onde dar um orgasmo decente para uma mulher, né? – ele comentou rindo, tirando minha calcinha, depois abriu minhas pernas, já se deitando entre elas.
— O que está fazendo? – indaguei assustada quando Christian começou a me chupar.
— Vou te dar outro orgasmo.
“Como assim outro orgasmo? Meu Deus, eu mal acabei de ter um e ele já quer me dar outro?”
— Christian, para, por favor – implorei, tentando afastar a cabeça dele e me sair do alcance daquela boca maravilhosa, mas ele segurou meu quadril, impedindo-me de fugir enquanto intensificava as suas chupadas, entretanto segundos depois ele de repente parou – Porque parou? – reclamei olhando para ele.
— Você pediu para parar, então eu pa...
— Ignore tudo o que eu falo. Não estou no meu juízo perfeito. Continua a me chupar.
— Mas...
— Continua, Christian! – gritei, já jogando minha cabeça para trás, gemendo à medida que sua língua me invadia novamente.
Minutos ou segundos depois, não sei ao certo, pois tinha perdido a noção do tempo e espaço, estremeci, fechando as mãos em punho apertando o lençol da cama enquanto meu interior explodia em um orgasmo avassalador.
“Puta que pariu, se eu não me apaixonar por esse homem, eu vou ter que pelo menos me casar com essa boca espetacular dele”
Notei vagamente que ele me despia, tirando minha saia, jogando-a em algum canto, para depois começar a se despir. Me levantei, meio lesada ainda dos orgasmos e disse que precisava tomar um banho, porque tinha passado a noite toda no hospital. Então, ele me indicou uma porta dentro do quarto dizendo que era o banheiro.
— Você tem camisinha aí? – perguntei me virando já na porta.
— Tenho uma gaveta pequena cheia delas, porque?
— Que bom. É porque estou no meu período fértil, aí eu não quero ficar vacilando. Sabe como é, né?
— Sei.
Agradeci e entrei no banheiro, fechando a porta atrás de mim.
— O que foi? Porque parou? – inquiri, impaciente.
— Eu não lembro onde coloquei aquele spray que você me deu...
— Hoje você vai me foder sem a ajuda do spray – informei em um tom bem sexy enquanto me mexia sobre seu colo para senti-lo, mas Christian me fez parar.
— Mas eu ainda não estou curado, Ana.
— Christian, para com esse negativismo, pelo amor de Deus! Você está indo bem no tratamento. Tenha um pouco de fé em si mesmo, ok?
Ele balançou a cabeça, concordando, já voltando a ser o Christian tarado.
— Quer conhecer o meu quarto, gostosa? – ele perguntou, me olhando safadamente.
“Se eu queria? Porra, eu tô quase afastando a calcinha para o lado para ele me foder aqui mesmo nesse sofá e o cara vem ainda me perguntar se eu quero conhecer o quarto. Bem que eu poderia dizer não e deixar o Christian doido, porque duro ele já está”
— Pensei que você nunca fosse me convidar – debochei cinicamente, dando uma mordidinha no canto do meu lábio, vendo o olhar de Christian repousar-se ali, antes do mesmo enfiar sua mão em meus cabelos e me puxar para um beijo ardente.
Segundos depois, Christian me ajeitou no seu colo e se levantou, subindo cuidadosamente a escada enquanto eu estava com a cabeça enfiada em seu pescoço, me divertindo com aquela área, beijando e chupando.
Mal entramos no singelo quarto, com decoração meio em vintage, e Christian logo me jogou na cama, deitando-se ao meu lado, já capturando meus lábios à medida que sua mão descia pelo meu ventre até alcançar e acariciar minha boceta sob o fino tecido da calcinha.
Comecei a rir, mas parei no momento que Christian enfiou dois dedos em mim, tocando-me no ponto exato.
— Acho que achei o seu ponto G, baby – ele sussurrou bem sexy no meu ouvido enquanto começava a movimentar os seus dedos, me levando a um orgasmo em questão de segundos.
“Senhor, se eu for morrer algum dia, que seja tendo um orgasmo nas mãos desse homem gostoso”
— Nossa, como sabia onde era o meu ponto G? – questionei, ainda ofegante e meio lesada.
— Para quem não consegue dar um orgasmo através da penetração, eu deveria pelo menos saber onde dar um orgasmo decente para uma mulher, né? – ele comentou rindo, tirando minha calcinha, depois abriu minhas pernas, já se deitando entre elas.
— O que está fazendo? – indaguei assustada quando Christian começou a me chupar.
— Vou te dar outro orgasmo.
“Como assim outro orgasmo? Meu Deus, eu mal acabei de ter um e ele já quer me dar outro?”
— Christian, para, por favor – implorei, tentando afastar a cabeça dele e me sair do alcance daquela boca maravilhosa, mas ele segurou meu quadril, impedindo-me de fugir enquanto intensificava as suas chupadas, entretanto segundos depois ele de repente parou – Porque parou? – reclamei olhando para ele.
— Você pediu para parar, então eu pa...
— Ignore tudo o que eu falo. Não estou no meu juízo perfeito. Continua a me chupar.
— Mas...
— Continua, Christian! – gritei, já jogando minha cabeça para trás, gemendo à medida que sua língua me invadia novamente.
Minutos ou segundos depois, não sei ao certo, pois tinha perdido a noção do tempo e espaço, estremeci, fechando as mãos em punho apertando o lençol da cama enquanto meu interior explodia em um orgasmo avassalador.
“Puta que pariu, se eu não me apaixonar por esse homem, eu vou ter que pelo menos me casar com essa boca espetacular dele”
Notei vagamente que ele me despia, tirando minha saia, jogando-a em algum canto, para depois começar a se despir. Me levantei, meio lesada ainda dos orgasmos e disse que precisava tomar um banho, porque tinha passado a noite toda no hospital. Então, ele me indicou uma porta dentro do quarto dizendo que era o banheiro.
— Você tem camisinha aí? – perguntei me virando já na porta.
— Tenho uma gaveta pequena cheia delas, porque?
— Que bom. É porque estou no meu período fértil, aí eu não quero ficar vacilando. Sabe como é, né?
— Sei.
Agradeci e entrei no banheiro, fechando a porta atrás de mim.

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