ANASTASIA
Assim que vesti meu robe de renda preta transparente, sai do quarto seguindo o corredor rumo a cozinha. Porém, mal comecei a tirar uma lasanha da geladeira para esquentar, escutei a campainha tocar, então deixei a travessa em cima da bancada da ilha da cozinha e fui atender.
Olhei pelo olho mágico da porta e vi que era o Jack, então a abri. Ele parecia meio preocupado quando passou por mim e foi até a janela, olhando para baixo pela brecha da cortina. Depois retornou para perto de mim, que ainda continuava à porta, retirou uma caixinha de dentro do bolso interno do seu paletó e me entregou.
— Feliz aniversário, gostosa – ele disse, enlaçando-me pela cintura e me beijando.
— Obrigada, gatinho.
— Você está maravilhosa usando um dos robes que eu mais amo. Pena que estou de serviço na delegacia e preciso voltar, senão eu ficava aqui para a gente comemorar.
— Estou com um paciente agora.
— Ah, deve ser o cara que está nos olhando ali em cima – Jack sussurrou e eu me virei um pouco erguendo o olhar, a tempo de ver Christian nos observando pela parede de vidro do meu quarto antes do mesmo se afastar – Não o iluda muito.
Rolei os olhos e tirei as mãos de Jack da minha cintura, afastando-me um passo.
— Agora dá para me explicar o que está havendo? Porque entrou desse jeito no meu apartamento?
— Jeremy entrou em contato comigo essa manhã, avisando que Travis foi solto ontem. Sai para o almoço e passei na sua clínica, mas estava fechada e como não vi o seu carro, deduzi que estaria aqui. Só que quando cheguei aqui no prédio, pensei ter visto ele do outro lado da rua, observando, mas acho que foi só impressão minha, pois não vi nada pela janela.
— Travis não seria doido de me seguir até aqui.
— Você sabe que uma ordem de restrição pode muito bem ser burlada, então estou te dando isso – Jack tomou a caixinha das minhas mãos e tirou o pequeno colar – Dentro deste coração tem um mini rastreador. Não saia sem ele, por favor. Assim posso saber cada passo seu e se por acaso o Travis aparecer e tentar algo, eu vou saber e poder te ajudar.
— Obrigada – agradeci o cuidado dele por mim, mesmo acreditando que aquilo era desnecessário.
— Vou deixar você terminar o seu atendimento particular – Jack debochou rindo, já me puxando pela cintura, dando-me um selinho rápido.
Assim que fechei a porta, as imagens de Travis, meio fora de si, invadindo minha clínica em Nova York, armado, dizendo que me amava e que éramos almas gêmeas me vieram à mente, mas balancei a cabeça dissipando-as, pois eu não queria pensar no que tinha acontecido há quase três anos.
— Quem era? – Christian perguntou, descendo a escada vestido só com sua calça, quando passei pela sala.
— Um amigo. Porque se vestiu?
— Íamos almoçar, não era? – ele questionou-me, terminando de descer os degraus e vindo até mim.
— Sim, mas não precisava se vestir para isso. Poderia ter vindo pelado mesmo – falei e segui para a cozinha sendo acompanhada por ele.
— Então está aniversariando hoje? – Christian inquiriu, apontando para a caixinha do colar.
Dei de ombros dizendo um “Sim”, já voltando a me concentrar na travessa da lasanha, colocando-a no micro-ondas. Enquanto ajustava o tempo antes de ligar, uma ideia me passou pela cabeça. Então, apertei o botão de ligar e me aproximei do Christian, já desabotoando a calça dele, descendo ela juntamente com a cueca até o chão.
Assim que levantei, o tomei em minha mão, masturbando-o, pois queria ele bem duro de novo para meter em mim enquanto a lasanha esquentava. Minha mão subia e descia, apertando-o à medida que eu depositava beijos em seu tórax, clavícula e pescoço. Não bastou muito para deixá-lo do jeito que eu queria, então virei tirando o robe e me esfreguei contra ele.
— Me fode, Christian – pedi e o mesmo me segurou pela cintura, virando a gente para que eu pudesse me apoiar na bancada, e segundos depois ele se enfiou em mim, fazendo-me arfar.
“Senhor, que pau maravilhoso! Grande, mas maravilhoso”
Christian começou a me comer avidamente enquanto beijava minha costa, nuca e pescoço. Meu corpo se projetava para frente a cada investida e eu não tinha para onde fugir, mas aos poucos eu sentia que iam me acostumando com o tamanho dele, pois com jeitinho dava para caber tudo.
Minutos depois, escutamos o som do beep do micro-ondas e implorei para ele não parar de meter porque estava quase alcançando o orgasmo. Christian então continuou o ritmo, mas o safado começou também a estimular meu clitóris, já sensível, com a sua mão.
“Ai meu Deus! Vou ter um orgasmo duplo!”
Só foi eu pensar que o primeiro veio juntamente com o dele e em seguida veio o orgasmo clitoriano para fechar a nossa foda. Fiquei ali deitada parcialmente sobre a bancada, quase que desmaiada pelo orgasmo duplo, quando escutei Christian dizer algo.
— O que disse? – indaguei e ele se inclinou sobre mim, e por ainda estarmos conectado o senti mexer em meu interior.
— Falei que não estamos usando camisinha – Christian sussurrou perto do meu ombro.
— Isso eu percebi, mas não se preocupe porque eu compro a pílula do dia seguinte e tomo. E eu sou limpa e espero que você também seja – falei me desapoiando da bancada e recostando meu corpo ao dele, pois ainda estava com as pernas um pouco mole.
— Não tenho nenhuma doença e a minha ex não tinha também não, então estou limpo.
— Que bom. Acho melhor irmos comer a lasanha enquanto está quentinha, né?
Christian concordou, já saindo de dentro de mim, então após nos limparmos com o papel-toalha e lavar nossas mãos, dividi a lasanha e nos sentamos nas cadeiras da bancada, pelados mesmo.
Assim que vesti meu robe de renda preta transparente, sai do quarto seguindo o corredor rumo a cozinha. Porém, mal comecei a tirar uma lasanha da geladeira para esquentar, escutei a campainha tocar, então deixei a travessa em cima da bancada da ilha da cozinha e fui atender.
— Feliz aniversário, gostosa – ele disse, enlaçando-me pela cintura e me beijando.
— Obrigada, gatinho.
— Você está maravilhosa usando um dos robes que eu mais amo. Pena que estou de serviço na delegacia e preciso voltar, senão eu ficava aqui para a gente comemorar.
— Estou com um paciente agora.
— Ah, deve ser o cara que está nos olhando ali em cima – Jack sussurrou e eu me virei um pouco erguendo o olhar, a tempo de ver Christian nos observando pela parede de vidro do meu quarto antes do mesmo se afastar – Não o iluda muito.
Rolei os olhos e tirei as mãos de Jack da minha cintura, afastando-me um passo.
— Agora dá para me explicar o que está havendo? Porque entrou desse jeito no meu apartamento?
— Jeremy entrou em contato comigo essa manhã, avisando que Travis foi solto ontem. Sai para o almoço e passei na sua clínica, mas estava fechada e como não vi o seu carro, deduzi que estaria aqui. Só que quando cheguei aqui no prédio, pensei ter visto ele do outro lado da rua, observando, mas acho que foi só impressão minha, pois não vi nada pela janela.
— Travis não seria doido de me seguir até aqui.
— Você sabe que uma ordem de restrição pode muito bem ser burlada, então estou te dando isso – Jack tomou a caixinha das minhas mãos e tirou o pequeno colar – Dentro deste coração tem um mini rastreador. Não saia sem ele, por favor. Assim posso saber cada passo seu e se por acaso o Travis aparecer e tentar algo, eu vou saber e poder te ajudar.
— Vou deixar você terminar o seu atendimento particular – Jack debochou rindo, já me puxando pela cintura, dando-me um selinho rápido.
Assim que fechei a porta, as imagens de Travis, meio fora de si, invadindo minha clínica em Nova York, armado, dizendo que me amava e que éramos almas gêmeas me vieram à mente, mas balancei a cabeça dissipando-as, pois eu não queria pensar no que tinha acontecido há quase três anos.
— Quem era? – Christian perguntou, descendo a escada vestido só com sua calça, quando passei pela sala.
— Um amigo. Porque se vestiu?
— Íamos almoçar, não era? – ele questionou-me, terminando de descer os degraus e vindo até mim.
— Sim, mas não precisava se vestir para isso. Poderia ter vindo pelado mesmo – falei e segui para a cozinha sendo acompanhada por ele.
— Então está aniversariando hoje? – Christian inquiriu, apontando para a caixinha do colar.
Dei de ombros dizendo um “Sim”, já voltando a me concentrar na travessa da lasanha, colocando-a no micro-ondas. Enquanto ajustava o tempo antes de ligar, uma ideia me passou pela cabeça. Então, apertei o botão de ligar e me aproximei do Christian, já desabotoando a calça dele, descendo ela juntamente com a cueca até o chão.
Assim que levantei, o tomei em minha mão, masturbando-o, pois queria ele bem duro de novo para meter em mim enquanto a lasanha esquentava. Minha mão subia e descia, apertando-o à medida que eu depositava beijos em seu tórax, clavícula e pescoço. Não bastou muito para deixá-lo do jeito que eu queria, então virei tirando o robe e me esfreguei contra ele.
— Me fode, Christian – pedi e o mesmo me segurou pela cintura, virando a gente para que eu pudesse me apoiar na bancada, e segundos depois ele se enfiou em mim, fazendo-me arfar.
“Senhor, que pau maravilhoso! Grande, mas maravilhoso”
Christian começou a me comer avidamente enquanto beijava minha costa, nuca e pescoço. Meu corpo se projetava para frente a cada investida e eu não tinha para onde fugir, mas aos poucos eu sentia que iam me acostumando com o tamanho dele, pois com jeitinho dava para caber tudo.
“Ai meu Deus! Vou ter um orgasmo duplo!”
Só foi eu pensar que o primeiro veio juntamente com o dele e em seguida veio o orgasmo clitoriano para fechar a nossa foda. Fiquei ali deitada parcialmente sobre a bancada, quase que desmaiada pelo orgasmo duplo, quando escutei Christian dizer algo.
— O que disse? – indaguei e ele se inclinou sobre mim, e por ainda estarmos conectado o senti mexer em meu interior.
— Falei que não estamos usando camisinha – Christian sussurrou perto do meu ombro.
— Isso eu percebi, mas não se preocupe porque eu compro a pílula do dia seguinte e tomo. E eu sou limpa e espero que você também seja – falei me desapoiando da bancada e recostando meu corpo ao dele, pois ainda estava com as pernas um pouco mole.
— Não tenho nenhuma doença e a minha ex não tinha também não, então estou limpo.
— Que bom. Acho melhor irmos comer a lasanha enquanto está quentinha, né?
Christian concordou, já saindo de dentro de mim, então após nos limparmos com o papel-toalha e lavar nossas mãos, dividi a lasanha e nos sentamos nas cadeiras da bancada, pelados mesmo.

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