DAKOTA
Depois que Jamie saiu, eu não consegui mais trabalhar, por duas razões. A primeira foi porque eu fiquei preocupada, mas logo lembrei do nosso contrato de fidelidade e eu sabia que o Jay amava demais a Angel’s & Devil’s para perder ela por causa do pau inquieto dele.
A segunda razão foi porque me senti meio que arrependida por ter negado sexo ao Jamie, já que basicamente eu tinha assinado um contrato onde dizia que eu deveria fornecer isso a ele, quando o mesmo quisesse.
Então, assim que Jay voltasse, a gente iria transar, mesmo eu estando um pouco dolorida da noite de ontem. Fechei então os editoriais que estava revisando pelo notebook e abri uma nova aba de pesquisa, digitando “sites pornôs”, já clicando no primeiro link que apareceu. Um tal de “Xvídeos”.
Comecei a assistir vários vídeos de sexo, utilizando a minha memória fotográfica para anotar mentalmente algumas posições e gestos que as mulheres faziam e que os homens pareciam gostar muito.
Pela primeira vez na vida, eu senti vontade de me tocar, então me masturbei. Comecei acanhada, mas com o passar dos minutos, fui me soltando, conhecendo mais a fundo não só aquela parte do meu corpo, mas ele todo.
Acordei com Jamie ligando a luz do banheiro, então me ergui um pouco, apoiando-me no meu antebraço e olhei a hora no despertador, já vendo que passava das três e meia da manhã. Voltei a me deitar e esperei que Jay viesse para a cama.
— Você demorou. Aconteceu algo? – perguntei, ainda de costa para ele, quando o mesmo se deitou, minutos depois.
— Mais ou menos. Estava esperando ficar mais sóbrio para poder voltar dirigindo, enquanto isso, consegui tirar Nina bêbada do meio de um casal. Acho que iam fazer ménage ou coisa do tipo.
Ouvi Jamie logo suspirar profundamente, então me virei e me aconcheguei a ele, notando que Jay se encontrava ainda de calça jeans, porém sem sua camisa. Jamie na hora respirou fundo, provavelmente percebendo que eu estava nua.
Repousei minha cabeça em seu peito, roçando minha perna na dele, já a passando por cima. Então, repousando meu braço sobre a barriga de Jay, toquei “sem querer”, por cima da calça, no seu pau com o meu cotovelo.
— Dak...
— Que foi? – indaguei com a voz meio arrastada, fingindo que estava já adormecendo.
— Está com frio?
— Uhum... – murmurei, achando que o mesmo fosse me questionar sobre eu estar nua, mas apenas senti ele me puxar mais para si, ajeitando o edredom sobre nós.
Como o quarto se encontrava parcialmente escuro, eu só sentia Jamie alisando minha costa e meu ombro com as pontas dos seus dedos. Então, comecei a descer minha mão devagar pela barriga dele, repousando a mesma em cima do seu pau, deixando ela parada ali.
Jamie literalmente parou de respirar por alguns segundos, depois soltou o ar e respirou fundo. Mexi então lentamente um dos meus dedos, fazendo pressão contra o pau dele, deixando Jay meio ofegante.
— Dak... – o ouvi gemer baixinho, arfando, quando o apertei sutilmente, já notando ele bem duro.
Passei a mexer minha mão, o masturbando devagar, apertando de leve onde seria a cabeça do seu pau. No mesmo instante, em meio a gemidos, Jamie abriu mais um pouco a sua perna, encaixando ela entre as minhas, deixando minha boceta encostada na coxa dele.
Continuei a masturbá-lo, notando que peito subia e descia mais rápido, indicando que o mesmo estava perto de gozar, então o apertei novamente, percebendo em seguida o tecido de sua calça ficar meio úmido.
Mesmo assim, não parei de mexer minha mão, fazendo com que ele permanecesse duro em meus dedos. Jay, pelo reflexo do seu orgasmo, tinha mexido as pernas, me fazendo soltar um gemido quando sua coxa fez pressão contra minha bocetinha.
Não parei de masturbá-lo quando comecei a mover o meu quadril contra a coxa dele, bem devagar, sentindo o tecido da calça jeans roçar no meu clítoris. Ouvindo os gemidos de Jamie, eu gemia baixinho contra o peito dele, adorando aquela sensação gostosa na minha boceta.
De repente, ele segurou minha mão e a tirou de cima de sua calça, apenas para abrir o botão e o zíper, e descer a mesma juntamente com a cueca. Jay colocou então de novo minha mão em seu pau, agora livre de qualquer tecido e voltei a segurá-lo, o sentindo todo melado.
Passei a me roçar mais forte contra a perna dele, ficando cada vez mais ofegante contra seu peito, gozando segundos depois, o apertando por reflexo, fazendo com que Jamie também gozasse, novamente.
Ele se esticou, acendendo a luz do seu abajur e me encarou fixamente por alguns segundos, tão ofegante quanto eu me encontrava. Jay logo enfiou sua mão em meu cabelo, me puxando para um beijo.
Soltando minha cabeça em seguida, ele usou sua mão livre para puxar minha perna, fazendo com que eu subisse em cima dele. Senti que estava bem encaixada sobre o seu pau, então enquanto nos beijávamos avidamente, comecei a movimentar meu quadril para frente e para trás.
Minha bocetinha deslizava ao longo do seu pau, então logo senti, em um movimento, que a cabeça dele havia se encaixado bem na minha entrada. Rebolei, como tinha visto nos filmes pornôs, empurrando o meu quadril para trás.
Desvencilhei nossos lábios e me sentei, fazendo com que minha boceta acolhesse ele totalmente dentro de mim. Fiquei alguns segundos de olhos fechados e com as mãos apoiadas no peito de Jamie à medida que eu tentava não pensar na ardência e na leve dor que sentia.
— Tudo bem, amor?
Não o respondi, apenas comecei a me mover devagar, “cavalgando” como os atores pornôs diziam. Abri finalmente os olhos e o encarei, vendo Jay com um sorriso no rosto, me olhando de volta.
— Você está tão sexy nessa posição. Você nasceu para mandar até no sexo, minha rainha – ele dizia enquanto eu aumentava o ritmo do meu quadril.
Dei um meio sorriso e me inclinei, o beijando.
— Eu gosto mais de você no comando – sussurrei no ouvido dele.
— É? – Jamie indagou, me encarando, e eu assenti com a cabeça – Eu quero te comer de quatro.
— Então vem... – murmurei, já saindo de cima dele e me posicionando ao seu lado, atravessada na cama e com a bunda no rumo dele.
— Meu Deus, Dak! Você está tão melada, chega está brilhando sob a luz do abajur.
— Me come, por favor – soltei, rebolando um pouco o quadril, lembrando que os caras dos filmes ficavam loucos quando as mulheres imploravam daquele jeito para eles, e Jay não fugiu à regra.
Ele logo estava se enfiando em mim, segurando meu quadril e socando bem forte, fazendo-me apertar os lençóis e gemer contra o colchão. Nem sabia mais se eu me encontrava gemendo de dor ou porque estava gostando daquilo.
Sabia apenas que minutos depois, quando Jamie se deitou, me levando consigo, ainda com seu pau enfiado em mim, e intensificou mais seus movimentos, eu gozei junto com o mesmo.
Jay afrouxou seus dedos ao redor do bico do meu mamilo, ao qual ele tinha apertado na hora do nosso orgasmo e ficamos ali, de conchinha, comigo sentindo sua respiração ofegante contra minha nuca.
— Isso não pode ser um sonho, Senhor. Não pode, por favor – ouvi Jamie murmurar contra meu pescoço à medida que sua mão descia, alisando a lateral do meu corpo.
— Gostou? – inquiri, me virando um pouco, mas sem nos desconectar.
Ele se apoiou no antebraço e ficou acariciando meu rosto por alguns segundos, antes de se inclinar e me beijar.
— Você gostou? – perguntei novamente, assim que Jay desvencilhou nossos lábios.
— Muito. Você estava escondendo essa outra Dak aí não era? – ele indagou, sorrindo.
— Não. Enquanto você estava bebendo por aí, eu assisti a alguns vídeos pornôs e como tenho memória fotográfica, fica mais fácil eu conseguir reproduzir com perfeição o que elas fazem, então...
— Então, que agora eu vou usar e abusar desse detalhe que eu não sabia de você, minha querida – Jamie comentou, rindo, já me beijando novamente, mas não por muito tempo, ele logo interrompeu o nosso beijo e roçou seu nariz no meu, me olhando – Quer namorar comigo?
— Namorar? – inquiri, franzindo o cenho.
— Uhum... Nós somos casados, eu sei, mas a gente nem se conhece direito.
— Eu tenho medo de deixar alguém entrar no meu coração e quebrar ele depois. Eu não quero sofrer igual ao meu pai, Jay.
— Eu já sou casado com você, Dak. Temos contratos assinados onde ambos perderíamos com uma separação e não vamos e nem queremos nos prejudicar. Eu prometo que nunca vou quebrar seu coração, minha rainha – ele falou, acariciando minha bochecha.
— Promete que você não vai ser igual a minha mãe e me fazer sofrer?
— Prometo. Juro pela minha vida até. Assino um contrato se você quiser. Se eu te magoar terei que me jogar em um poço cheio de cobras venenosas e agonizar até a morte.
Ri e neguei com a cabeça.
— Sem contrato. Eu vou te dar um voto de confiança – falei, fazendo Jamie abrir um enorme sorriso – Mas, se fizer algo, o poço cheio de cobras venenosas será uma boa ideia para eu me vingar de você.
— Você não me jogaria, né?
— Teste a sorte, querido – murmurei, sorrindo.
Ele riu e me beijou.
Depois que Jamie saiu, eu não consegui mais trabalhar, por duas razões. A primeira foi porque eu fiquei preocupada, mas logo lembrei do nosso contrato de fidelidade e eu sabia que o Jay amava demais a Angel’s & Devil’s para perder ela por causa do pau inquieto dele.
A segunda razão foi porque me senti meio que arrependida por ter negado sexo ao Jamie, já que basicamente eu tinha assinado um contrato onde dizia que eu deveria fornecer isso a ele, quando o mesmo quisesse.
Então, assim que Jay voltasse, a gente iria transar, mesmo eu estando um pouco dolorida da noite de ontem. Fechei então os editoriais que estava revisando pelo notebook e abri uma nova aba de pesquisa, digitando “sites pornôs”, já clicando no primeiro link que apareceu. Um tal de “Xvídeos”.
Comecei a assistir vários vídeos de sexo, utilizando a minha memória fotográfica para anotar mentalmente algumas posições e gestos que as mulheres faziam e que os homens pareciam gostar muito.
Pela primeira vez na vida, eu senti vontade de me tocar, então me masturbei. Comecei acanhada, mas com o passar dos minutos, fui me soltando, conhecendo mais a fundo não só aquela parte do meu corpo, mas ele todo.
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Acordei com Jamie ligando a luz do banheiro, então me ergui um pouco, apoiando-me no meu antebraço e olhei a hora no despertador, já vendo que passava das três e meia da manhã. Voltei a me deitar e esperei que Jay viesse para a cama.
— Você demorou. Aconteceu algo? – perguntei, ainda de costa para ele, quando o mesmo se deitou, minutos depois.
— Mais ou menos. Estava esperando ficar mais sóbrio para poder voltar dirigindo, enquanto isso, consegui tirar Nina bêbada do meio de um casal. Acho que iam fazer ménage ou coisa do tipo.
Ouvi Jamie logo suspirar profundamente, então me virei e me aconcheguei a ele, notando que Jay se encontrava ainda de calça jeans, porém sem sua camisa. Jamie na hora respirou fundo, provavelmente percebendo que eu estava nua.
Repousei minha cabeça em seu peito, roçando minha perna na dele, já a passando por cima. Então, repousando meu braço sobre a barriga de Jay, toquei “sem querer”, por cima da calça, no seu pau com o meu cotovelo.
— Dak...
— Que foi? – indaguei com a voz meio arrastada, fingindo que estava já adormecendo.
— Está com frio?
— Uhum... – murmurei, achando que o mesmo fosse me questionar sobre eu estar nua, mas apenas senti ele me puxar mais para si, ajeitando o edredom sobre nós.
Como o quarto se encontrava parcialmente escuro, eu só sentia Jamie alisando minha costa e meu ombro com as pontas dos seus dedos. Então, comecei a descer minha mão devagar pela barriga dele, repousando a mesma em cima do seu pau, deixando ela parada ali.
Jamie literalmente parou de respirar por alguns segundos, depois soltou o ar e respirou fundo. Mexi então lentamente um dos meus dedos, fazendo pressão contra o pau dele, deixando Jay meio ofegante.
— Dak... – o ouvi gemer baixinho, arfando, quando o apertei sutilmente, já notando ele bem duro.
Passei a mexer minha mão, o masturbando devagar, apertando de leve onde seria a cabeça do seu pau. No mesmo instante, em meio a gemidos, Jamie abriu mais um pouco a sua perna, encaixando ela entre as minhas, deixando minha boceta encostada na coxa dele.
Continuei a masturbá-lo, notando que peito subia e descia mais rápido, indicando que o mesmo estava perto de gozar, então o apertei novamente, percebendo em seguida o tecido de sua calça ficar meio úmido.
Mesmo assim, não parei de mexer minha mão, fazendo com que ele permanecesse duro em meus dedos. Jay, pelo reflexo do seu orgasmo, tinha mexido as pernas, me fazendo soltar um gemido quando sua coxa fez pressão contra minha bocetinha.
Não parei de masturbá-lo quando comecei a mover o meu quadril contra a coxa dele, bem devagar, sentindo o tecido da calça jeans roçar no meu clítoris. Ouvindo os gemidos de Jamie, eu gemia baixinho contra o peito dele, adorando aquela sensação gostosa na minha boceta.
De repente, ele segurou minha mão e a tirou de cima de sua calça, apenas para abrir o botão e o zíper, e descer a mesma juntamente com a cueca. Jay colocou então de novo minha mão em seu pau, agora livre de qualquer tecido e voltei a segurá-lo, o sentindo todo melado.
Passei a me roçar mais forte contra a perna dele, ficando cada vez mais ofegante contra seu peito, gozando segundos depois, o apertando por reflexo, fazendo com que Jamie também gozasse, novamente.
Ele se esticou, acendendo a luz do seu abajur e me encarou fixamente por alguns segundos, tão ofegante quanto eu me encontrava. Jay logo enfiou sua mão em meu cabelo, me puxando para um beijo.
Soltando minha cabeça em seguida, ele usou sua mão livre para puxar minha perna, fazendo com que eu subisse em cima dele. Senti que estava bem encaixada sobre o seu pau, então enquanto nos beijávamos avidamente, comecei a movimentar meu quadril para frente e para trás.
Desvencilhei nossos lábios e me sentei, fazendo com que minha boceta acolhesse ele totalmente dentro de mim. Fiquei alguns segundos de olhos fechados e com as mãos apoiadas no peito de Jamie à medida que eu tentava não pensar na ardência e na leve dor que sentia.
— Tudo bem, amor?
Não o respondi, apenas comecei a me mover devagar, “cavalgando” como os atores pornôs diziam. Abri finalmente os olhos e o encarei, vendo Jay com um sorriso no rosto, me olhando de volta.
— Eu gosto mais de você no comando – sussurrei no ouvido dele.
— É? – Jamie indagou, me encarando, e eu assenti com a cabeça – Eu quero te comer de quatro.
— Então vem... – murmurei, já saindo de cima dele e me posicionando ao seu lado, atravessada na cama e com a bunda no rumo dele.
— Meu Deus, Dak! Você está tão melada, chega está brilhando sob a luz do abajur.
— Me come, por favor – soltei, rebolando um pouco o quadril, lembrando que os caras dos filmes ficavam loucos quando as mulheres imploravam daquele jeito para eles, e Jay não fugiu à regra.
Ele logo estava se enfiando em mim, segurando meu quadril e socando bem forte, fazendo-me apertar os lençóis e gemer contra o colchão. Nem sabia mais se eu me encontrava gemendo de dor ou porque estava gostando daquilo.
Jay afrouxou seus dedos ao redor do bico do meu mamilo, ao qual ele tinha apertado na hora do nosso orgasmo e ficamos ali, de conchinha, comigo sentindo sua respiração ofegante contra minha nuca.
— Isso não pode ser um sonho, Senhor. Não pode, por favor – ouvi Jamie murmurar contra meu pescoço à medida que sua mão descia, alisando a lateral do meu corpo.
— Gostou? – inquiri, me virando um pouco, mas sem nos desconectar.
Ele se apoiou no antebraço e ficou acariciando meu rosto por alguns segundos, antes de se inclinar e me beijar.
— Você gostou? – perguntei novamente, assim que Jay desvencilhou nossos lábios.
— Muito. Você estava escondendo essa outra Dak aí não era? – ele indagou, sorrindo.
— Não. Enquanto você estava bebendo por aí, eu assisti a alguns vídeos pornôs e como tenho memória fotográfica, fica mais fácil eu conseguir reproduzir com perfeição o que elas fazem, então...
— Então, que agora eu vou usar e abusar desse detalhe que eu não sabia de você, minha querida – Jamie comentou, rindo, já me beijando novamente, mas não por muito tempo, ele logo interrompeu o nosso beijo e roçou seu nariz no meu, me olhando – Quer namorar comigo?
— Namorar? – inquiri, franzindo o cenho.
— Uhum... Nós somos casados, eu sei, mas a gente nem se conhece direito.
— Eu tenho medo de deixar alguém entrar no meu coração e quebrar ele depois. Eu não quero sofrer igual ao meu pai, Jay.
— Eu já sou casado com você, Dak. Temos contratos assinados onde ambos perderíamos com uma separação e não vamos e nem queremos nos prejudicar. Eu prometo que nunca vou quebrar seu coração, minha rainha – ele falou, acariciando minha bochecha.
— Promete que você não vai ser igual a minha mãe e me fazer sofrer?
— Prometo. Juro pela minha vida até. Assino um contrato se você quiser. Se eu te magoar terei que me jogar em um poço cheio de cobras venenosas e agonizar até a morte.
Ri e neguei com a cabeça.
— Sem contrato. Eu vou te dar um voto de confiança – falei, fazendo Jamie abrir um enorme sorriso – Mas, se fizer algo, o poço cheio de cobras venenosas será uma boa ideia para eu me vingar de você.
— Você não me jogaria, né?
— Teste a sorte, querido – murmurei, sorrindo.
Ele riu e me beijou.

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